Entrevistas com José Ruy – 1

O jornal Correio da Manhã, na sua revista Domingo (edição de 20 do corrente mês de Novembro), publicou com grande destaque uma reportagem no estúdio de José Ruy, homenageando assim a vasta obra e os 72 anos de laboriosa carreira, na área das artes gráficas, da ilustração e da BD, do insigne Mestre da BD portuguesa, que continua imparável, com o mesmo entusiasmo e vigor criativo de outros tempos — como se os anos não diminuíssem a sua fibra de lutador –, anunciando para breve dois novos álbuns, depois do lançamento, durante o recente Festival de BD da Amadora, da obra “Carolina Beatriz Ângelo – Pioneira na Cirurgia e no Voto”, que teve o alto patrocínio da Ordem dos Médicos (Secção Regional do Sul).

Reproduzimos seguidamente a referida entrevista do Correio da Manhã, com a devida vénia aos seus autores, os repórteres Vanessa Fidalgo e Pedro Catarino, e ao jornal — que, de vez em quando, tem dedicado especial atenção à BD portuguesa e a artistas como José Ruy, com uma longa experiência e muitas histórias para contar.

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A reportagem no estúdio do “Mestre dos Quadradinhos” foi também gravada pela CMTV, num vídeo com a duração de 5 minutos, que pode ser visto abrindo este link:

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Um aniversário memorável

Tintin 39 (1947)

Em 26 de Setembro de 1947, um dos mais populares e afamados semanários juvenis que se publicavam na Europa do pós-guerra completou um ano de existência, dedicando a essa jubilosa efeméride um número especial com uma capa desenhada pelo seu principal colaborador (e também director) artístico: Georges Remi (Hergé).

Autor de um personagem que já era famoso nalguns países europeus, incluindo Portugal (onde começou a ser publicado n’O Papagaio, em 1936), Hergé consagrou-lhe nesse número mais duas páginas da grande aventura Le Temple du Soleil, ao mesmo tempo que o retratava num berço, em pose ainda de bebé, junto de Milou, rodeado pelos “padrinhos” Haddock e Tournesol, sob o olhar alegre do jovem índio Zorrino… enquanto dois “anjos”, encarnados pelos irmãos Dupondt, saudavam estrepitosamente, com o seu alarde habitual, o rebento cujo primeiro aniversário era promessa (que largamente se confirmaria) de um futuro auspicioso e recheado de extraordinárias aventuras.

Uma bela e icónica capa do Tintin que gostosamente recordamos, assinalando uma data a todos os títulos memorável da história da BD europeia.

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