Design Gráfico Português – 5

Público - Design gráfico 5

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O regresso dos (bons) “Vampiros”

DN - Col Vampiro artigo

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Beja – 12 vezes Cidade da BD

Cartaz Festival de Beja 2016

EXPOSIÇÕES NO PAX JULIA – TEATRO MUNICIPAL: Diogo Carvalho (Portugal) – Edmond Baudoin (França) – Eduardo Risso (Argentina) – Estrompa (Portugal) – Marcelo D’Salete (Brasil) – Paco Roca (Espanha) – Quarto de Jade: Diniz Conefrey & Maria João Worm (Portugal) – Sónia Oliveira (Portugal) – Tiago Baptista (Portugal) – Truscinski (Polónia)

Estrompa (Tornado)

EXPOSIÇÃO NO CONSERVATÓRIO REGIONAL DO BAIXO ALENTEJO: Henrique Magalhães (Brasil)

EXPOSIÇÃO NO ESTORIASTANTAS: Avenida Marginal (Portugal)

EXPOSIÇÃO NO FARELO: Desenhos ao cair da tarde (Alemanha, Bélgica, Brasil, Eslovénia, Espanha, França, Itália, Portugal e Reino Unido).

EXPOSIÇÃO NA GALERIA DO DESASSOSSEGO: Nuno Saraiva – Tudo isto é fado! (Portugal)

Nuno Saraiva (Tudo isto é fado!)

EXPOSIÇÃO NA GALERIA DOS ESCUDEIROS: A Casa (Brasil)

EXPOSIÇÕES NO MUSEU REGIONAL DE BEJA: Filipe Melo & Juan Cavia (Portugal/Argentina) – Novidades de Angola (Angola) 

EXPOSIÇÕES NO NÚCLEO EXPOSITIVO DA RUA DAS LOJAS: Eduardo Salavisa desenho (Portugal) – João Charrua – Origami (Portugal)

EXPOSIÇÕES NO NÚCLEO EXPOSITIVO DO LARGO DE SÃO JOÃO: Álvaro Santos (Portugal) – Geral & Derradé (Portugal) – Lúcio Oliveira (Brasil)

Eduardo Risso (Dark Night)

Nota: três das imagens que ilustram este “post” foram extraídas do blogue Kuentro 2, com a devida vénia e um abraço ao Machado-Dias.

O mundo de Jonathan – Vol. 5

Público - Jonathan - 5

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Design Gráfico Português – 4

Público - Design Gráfico 4

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Traços & Tons: Exposição de Daniel Maia

daniel-maia-exposic3a7c3a3oCom inauguração em 30 Abril p.p. e encerramento este domingo, 22 de Maio, a colectividade Ateneu Popular do Montijo expôs Traços & Tons, uma mostra composta por uma selecção de trabalhos recentes do talentoso jovem desenhador Daniel Maia, figurando personagens de comics como Batman, Mulher Maravilha, Tartarugas Ninja ou de ficção como O Infante Portugal (criado por José de Matos- -Cruz), e complementada por diários gráficos e cadernos de desenho.

Comissariada por Marta Ferreira, a exposição visou mostrar obras recentes do autor, em banda desenhada e ilustra- ção, demonstrar o seu processo de trabalho — de interesse para o público escolar, a fim de dar a conhecer as fases criativas que levam um projecto, desde o guião ou esboço inicial, até à peça finalizada e respectiva edição — e partilhar comparações entre estas obras e desenhos da sua fase amadora, pré-adolescência.

infante-portugal-josc3a9-matos-cruzA mostra estará proximamente em itinerância em dois outros locais, na grande Lisboa, oferecendo assim uma nova oportunidade ao público que não pôde visitá-la na outra margem do Tejo.

Na foto: Em visita à exposição Traços & Tons, de Daniel Maia, deu-se o “encontro” de José de Matos-Cruz, o criador, com a sua criação O Infante Portugal (cuja imagem serviu de ex-libris a esta mostra). Uma oportuna convergência, enquanto se última a estreia da personagem e todo o respectivo universo criativo em banda desenhada.

(Ler mais informações nos blogues Imaginário-Kafre, de José de Matos-Cruzhttp://imaginario-kafre.blogspot.pt/ — e Daniel Maia Artworkhttp://danielmaia-art.blogspot.pt/ — onde recolhemos estas notas, com a devida vénia aos seus prestigiados autores).

Uma visita ao Museu na companhia de Tintin

Museu Hergé

Quem ainda não conhece o Museu Hergé, situado na localidade de Louvain-la-Neuve, a poucos quilómetros de Bruxelas, e for um incondicional admirador da obra do famoso autor belga e da sua maior criação, o incontornável e sempre jovem repórter Tintin, deve seguir o exemplo dos fiéis devotos do profeta Maomé, que pelo menos uma vez na vida cumprem o seu dever mais sagrado, fazendo uma peregrinação a Meca.

Mesmo que uma visita ao Museu não tenha a mesma importância para os “crentes” de Hergé, será certamente uma recordação inesquecível… e que lhes dará direito a ficar também com algumas “relíquias”, juntando-as a outros valiosos objectos da sua colecção.

Por cortesia de João Manuel Mimoso, um amigo que já realizou essa “peregrinação” (talvez mais do que uma vez!), mostramos-vos algumas das suas recordações, constituídas materialmente pelo folheto com a planta do local e o horário das visitas, e pelos bilhetes, curiosa e artisticamente estampados com pequenas vinhetas das histórias de Tintin.

Nenhum visitante do Museu Hergé cometerá, por certo, o “sacrilégio” de deitá-los fora… porque as “relíquias” conservam-se e veneram-se, mesmo que sejam simples rectângulos de papel!

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Alexandre Herculano e Eça de Queiroz na Banda Desenhada (por Luiz Beira)

Completando a informação já publicada neste blogue sobre as exposições patentes no Clube Português de Banda Desenhada (CPBD), desde 30 de Abril p.p. — e que versam o tema Alexandre Herculano e Eça de Queiroz na Banda Desenhada, numa digna parceria com a Câmara Municipal de Moura e o Gicav (de Viseu) —, apresentamos em seguida duas breves monografias alusivas, da autoria de Luiz Beira, um dos comissários (e autor principal) dessas mostras, cujo acervo reúne algumas notáveis criações de desenhadores portugueses e brasileiros inspiradas na obra de dois dos maiores vultos da nossa Literatura.

ALEXANDRE HERCULANO

Alexandre HerculanoAlexandre Herculano (1810-1877)

Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo, nascido em Lisboa a 28 de Março de 1810 e falecido na sua Quinta de Vale de Lobos (Santarém) a 18 de Setembro de 1877, foi (e é) um dos maiores vultos da cultura de Portugal. A 6 de Novembro de 1888, os seus restos mortais foram transladados para a Sala do Capítulo do Mosteiro dos Jerónimos.

Escritor, poeta, político, historiador, jornalista, ensaísta e dramatur- go, notoriamente anti-clerical, combateu (tal como Almeida Garrett) sob o comando de D. Pedro IV, pela libertação nacional do absolutismo de D. Miguel.

Alexandre Herculano (busto)Chegou a ser deputado e foi preceptor do futuro rei D. Pedro V. Tal como Garrett, é um dos escritores que introduz o Roman- tismo na literatura portuguesa. Por sua vez, também introduziu a historiografia cientí- fica em Portugal, donde as suas magníficas e volumosas obras “História de Portugal”, “História da Origem e Estabelecimento da Inquisição em Portugal” e a compilação de “Portugalie Monumenta Historica”.

A 1 de Maio de 1867, casou com Mariana Hermínia de Meira, de quem não houve descendência. Nesse mesmo ano, farto da podridão política e do ambiente da sociedade lisboeta, retirou-se para a sua quinta em Vale de Lobos (Azóia de Baixo, Santarém), onde, embora continuando a escrever, se dedicou essencialmente à agricultura e à produção do famoso “Azeite Herculano”.

Escreveu Poesia (“A Harpa do Crente” e “Poesias”), Teatro (“O Fronteiro de África” e “Os Infantes de Ceuta”), Romance (“O Pároco da Aldeia” e “O Galego”) e notáveis romances históricos (“O Bobo”, “Eurico, o Presbítero”, “O Monge de Cister” e “Lendas e Narrativas”).

“O Bobo” foi, até agora, o único texto seu adaptado (mediocremente) ao Cinema, em 1987, por José Álvaro Morais. Em 2011, em data  colada (2010) ao segundo centenário do seu nascimento, Moura e Viseu organizaram, em conjunto, uma exposição evocativa versando as adaptações dos seus textos à 9.ª Arte.

É precisamente a Banda Desenhada que bem o tem honrado, a saber:

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“O BOBO”, uma adaptação de José Ruy, numa primeira versão publicada no “Cavaleiro Andante” (1956), com legendas didascálicas, teve uma segunda versão publicada em álbum, três décadas depois, completamente redesenhada e já com a inclusão de balões: “O BOBO”, por José Ruy (“Editorial Notícias”, 1986).

“A ABÓBADA” foi adaptada por Fernando Bento para o “Cavaleiro Andante”, em 1955. A revista “Anim’arte”, com o patrocínio do Gicav (Viseu), republicou recentemente esta obra, sob a forma de separata.

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José Batista (Jobat) adaptou também “A Abóbada”, mas sob o título “O Voto de Afonso Domingues” (“Mundo de Aventuras”, 1958). No início dos anos 80, Eduardo Homem e Victor Mesquita criaram uma terceira versão, publicada a duas cores no extinto jornal “Kalkitos” (1980), mas que ficou incompleta.

“A MORTE DO LIDADOR” é das obras de Herculano que mais vezes foi adaptada à banda desenhada. O primeiro autor a fazê-lo foi Eduardo Teixeira Coelho (“O Mosquito”, 1950).

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Seguiu-se a versão de José Garcês (“O Falcão”, 1ª. série, 1960). Baptista Mendes também adaptou esta narrativa (embora com o título “O Último Combate”) na revista “Camarada”, 2ª série (1965), assim como José Pires, que publicou, em 1987, no “Tintin” belga, uma versão a cores. Anos mais tarde, recoloriu e retocou essas pranchas para serem publicadas no semanário “Alentejo Popular”, de Beja, 2011.

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De “EURICO, O PRESBÍTERO” temos uma notável adaptação de José Garcês, publicada na revista “Modas & Bordados”, em 1955-56. Foi mais tarde reeditada em álbum pelas Edições Futura, na “Antologia da BD Portuguesa” (1983).

“A DAMA PÉ-DE-CABRA” é outra obra de Herculano que tem despertado o interesse dos autores portugueses. Tal é o caso de José Garcês na revista “Tintin” (1980),  de Jorge Magalhães e Augusto Trigo (que incluíram esta versão numa excelente colecção de álbuns editados pela Asa – “Lendas de Portugal em Banda Desenhada”, 2.º volume, 1989 – que, lamentavelmente, não passou do terceiro tomo), e de José Pires, que chegou a apresentar um projecto às Edições Lombard para publicar esta narrativa, infelizmente recusado pela editora belga. O texto ficaria a cargo do argumentista Benoît Despas.

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“O MONGE DE CISTER”, pelo brasileiro Eduardo Barbosa, é a única adaptação à BD – que saibamos – de uma obra de Herculano realizada por um autor estrangeiro.  Foi publicada na revista “Edição Maravilhosa” nº 80 (1954), com capa de António Euzébio.

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José Antunes adaptou para o “Camarada”, 2ª série (1961) “O CASTELO DE FARIA”, embora com o título “Nuno Gonçalves”, história mais tarde reeditada no n.º 5 dos “Cadernos Moura BD” que lhe foi dedicado, em 2004. Por sua vez, Carlos Baptista Mendes publicou no “Jornal do Exército” (1976) uma biografia de Alexandre Herculano, em duas pranchas.
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Por fim, deixamos aqui referência a uma pequena biografia de Alexandre Herculano, com texto e desenhos de José Ruy, cujo propósito seria o de ser incluída numa reedição do álbum “O Bobo”. O projeto, contudo, não passou da fase de esboço. 

Não faltam, pois, belas seduções, ao menos pela facilidade ilustrativa da Banda Desenhada, para que se conheça, sobretudo da parte das novas gerações, a beleza e o vigor da obra de Alexandre Herculano.

(Agradecemos a Baptista Mendes, José Ruy, José Pires, Carlos Gonçalves e Jorge Magalhães por nos terem facultado algumas das imagens que ilustram este texto).

EÇA DE QUEIROZEça de Queirós (1871)

Eça de Queiroz (1845 – 1900)

Escritor mundialmente conhecido, traduzido e lido, muitas vezes tão inteligentemente mordaz, José Maria Eça de Queiroz nasceu a 25 de Novembro de 1845, na Póvoa de Varzim, e faleceu aos 54 anos, em Paris, a 16 de Agosto de 1900. Romancista, cronista e poeta, teve cargos políticos, como o de embaixador no Brasil, Cuba e Inglaterra. Algumas das suas obras têm sido adaptadas ao Cinema, ao Teatro e à Televisão, mormente em Portugal, Brasil e México. E pela Banda Desenhada? Pois, pela admirável 9.ª Arte, aqui vai “tudo” o que conseguimos apurar:

O grande mestre português Eduardo Teixeira Coelho (que, muitas vezes, assinou apenas como ETC as iniciais do seu nome), foi o que mais adaptou textos de Eça: “A Aia”, “A Torre de D. Ramires”, “O Defunto”, “O Suave Milagre”, “O Tesouro” e “São Cristóvam” (esta, para nossa tristeza, ficou incompleta). As completas foram também editadas no Brasil, com capas do também nosso e saudoso Jayme Cortez.

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Algumas destas versões estreadas na revista “O Mosquito” foram reeditadas em álbum pela Futura e pela Vega. Com edição da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, foi editado o álbum “O Defunto”, com grafismo de José Morim.

Também em Portugal, Joaquim Oliveira Ribeiro arrojou-se (e bem) a adaptar “O Primo Basílio” (que ainda não terminou, por razões de saúde), e Eugénio Silva, mal terminou a biografia de “José do Telhado”, logo encetou a adaptação do conto queiroziano “A Perfeição”.

O chinês e a cobra

Ainda em Portugal, José Manuel Saraiva adaptou o conto “Singularidades de uma Rapariga Loira” e Baptista Mendes, em duas pranchas, desenhou “O Chinês e a Cobra” (texto extraído de “Cartas Familiares”), que foram publicadas no “Jornal do Exército”,  em 1979.

É do Brasil que nos chegam exemplos de outros textos de Eça de Queiroz na BD, às vezes conotados com a Argentina e a Itália. Assim, temos: “A Relíquia” (Ed. Conrad), numa espantosa e ousada adaptação, com o grafismo de Francisco Marcatti, e “O Tesouro” (não publicado, existindo apenas na Internet), por Luiz Marcelo

Nos anos 50, a revista brasileira de Banda Desenhada “Romance Ilustrado”, editou no n.º 6  “A Ilustre Casa de Ramires”, que supomos seja do italiano (ou italo-brasileiro) C. Raineri. Outra glória que nos chegou de além-Atlântico, é a muito interessante versão de “O Mandarim” publicada no n.º 1 da brasileira “Revista Ilustrada”, em 1956, com grafismo do argentino Enrique Vieytes  e capa do falecido ilustrador brasileiro Aylton Thomaz.

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E pronto, já são muitos, belos e emotivos exemplos em que a Banda Desenhada honrou o nosso grande e atento escritor.

(Registamos aqui o nosso agradecimento sincero a quem nos apoiou nesta pesquisa: Dr. Juarez Antonio Leoni (Brasil), Drª. Armanda Patrício (irmã de Joaquim Ribeiro), Carlos Gonçalves, Jorge Magalhães, José Manuel Vilela, Leonardo De Sá, Baptista Mendes e Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Muito e muito obrigado).

Nota: Ao agradecermos a colaboração prestada pelo Clube Português de Banda Desenhada ao nosso blogue, queremos sublinhar, mais uma vez, as várias iniciativas em que o nome d’O Mosquito tem estado em foco — relacionadas com a comemoração do seu 80º aniversário — e a meritória tarefa em que o CPBD, apesar dos seus ainda escassos recursos financeiros, se tem empenhado activamente nos últimos meses, desde a mudança da sua sede para a Amadora e a actualização dos seus estatutos, agora mais conformes com os ambiciosos projectos que já começou a pôr em prática nesta renovada fase da sua existência, prestes a completar quatro décadas ao serviço da BD, da cultura e da juventude portuguesas.

Duas novas exposições do Clube Português de Banda Desenhada

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Como tínhamos prometido, aqui ficam mais algumas fotos das duas exposições patentes desde 30 de Abril p.p. (data da sua inauguração), na sede do Clube Português de Banda Desenhada (CPBD), aberta ao público todos os sábados, das 14h00 às 18h30, e que poderão ser vistas até ao final deste mês.

Estas fotos foram-nos enviadas pelo nosso bom amigo e colega da blogosfera (criador do excelente blogue Largo dos Correios), Professor António Martinó, a quem voltamos a agradecer a colaboração e generosidade sempre manifestadas no momento oportuno.

Bem haja, amigo Martinó!

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Nesta reportagem, feita antes da inauguração oficial, podem apreciar-se com mais nitidez (ampliando as imagens) os painéis das referidas exposições, dedicadas ao tema Eça de Queiroz e Alexandre Herculano na Banda Desenhada, cuja apresentação honra a parceria entre o CPBD e o GICAV. Aliás, as duas mostras estiveram também patentes em Moura, onde teve início o seu périplo, e em Viseu.

Nelas figuram trabalhos de vários autores portugueses e brasileiros, baseados em obras dos dois grandes escritores do século XIX — entre os quais se destacam, naturalmente, as magníficas pranchas de Eduardo Teixeira Coelho (ETC), publicadas n’O Mosquito entre 1950 e 1953.

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Eis seguidamente a relação dos trabalhos expostos e respectivos autores artísticos e literários. Recordamos que estas exposições foram comissariadas por Carlos Rico e Luiz Beira, que nessa qualidade presidiram à cerimónia de inauguração realizada na sede do CPBD no final de Abril, conforme noticiámos no blogue O Voo d’O Mosquito.

ALEXANDRE HERCULANO

A Morte do Lidador” – por Eduardo Teixeira Coelho/ETC
A Abóbada” – por Victor Mesquita/A Abóbada” – por Fernando Bento
O Monge de Cister” – por Eduardo Barbosa (brasileiro)
O Voto de Afonso Domingues” – por Jobat (José Baptista)
Eurico o Presbítero” – por José Garcês
Nuno Gonçalves”  – por José Antunes
O Último Combate” – por Baptista Mendes
Alexandre Herculano” (biografia) – por Baptista Mendes
Alexandre Herculano” (biografia) – por José Ruy
O Bobo” – por José Ruy
A Morte do Lidador” – por José Pires/”A Morte do Lidador” – por José Garcês
A Dama Pé-de-Cabra” – por José Pires/A Dama Pé-de-Cabra” – por Augusto Trigo, adaptação literária de Jorge Magalhães

EÇA DE QUEIROZ

A Ilustre Casa de Ramires” – por C. Raineri (brasileiro)
A Torre de D. Ramires” – por Eduardo Teixeira Coelho/ETC
A Aia” –  por Eduardo Teixeira Coelho/ETC
S. Cristóvam” – por Eduardo Teixeira Coelho/ETC
O Suave Milagre” – por Eduardo Teixeira Coelho/ETC
O Defunto” – por José Morim/”O Defunto” – por Eduardo Teixeira Coelho/ETC
José Matias” – por José Manuel Saraiva
A Relíquia” – por Francisco Marcatti (brasileiro)
O Primo Basílio” – por Joaquim Ribeiro (obra inédita)
Os Maias” – por Jorge Machado-Dias (obra inédita)
O Mandarim” – por Vreytes (brasileiro)
Eça de Queirós” (biografia) – por Baptista Mendes
O Chinês e a Cobra” – por Baptista Mendes
A Perfeição” – por Eugénio Silva (obra inédita)
“O Tesouro” – por Luís Marcelo (brasileiro)/”O Tesouro” – por Eduardo Teixeira Coelho/ETC

O mundo de Jonathan – Vol. 4

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