No centenário de Mickey Spillane

Artigo de João Gobern, publicado no Diário de Notícias, edição de 9/3/2018, de onde o reproduzimos, com a devida vénia.

Nota (J. M.): Mickey Spillane, um dos nomes cimeiros da linha mais violenta do policial “negro” norte-americano — o género Hard Boiled —, autor best seller nos anos 1950/60, mas hoje quase esquecido pelas editoras portuguesas e pelos apreciadores de uma literatura policial ainda florescente (ao contrário do western  e da ficção científica), tem vários livros publicados na antiga e prestigiosa Colecção Vampiro, a começar por “A minha arma não perdoa” (#89, Agosto 1954), onde o seu detective  de “maus fígados”, Mike Hammer, ombreou em grande plano com o Sam Spade, de Dashiel Hammett, e o Philip Marlowe, de Raymond Chandler — estes mais cerebrais e refinados, produtos de uma escrita sofisticada que chegou ao cinema, vertida no celulóide pelo imaginário de realizadores como Howard Hawks e John Huston, e transformou esses personagens em ícones da literatura policial e da cultura popular do século XX. Mike Hammer, embora trilhando outros caminhos, não ficou de fora, pois também a 7ª Arte (e até a BD) se interessou por ele…

Alguns dos primeiros livros de Mickey Spillane publicados na Colecção Vampiro (#124, 134, 143, 176, 180, 235), com capas ilustradas por Lima de Freitas.

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Hermann no Comic-Con

Artigo publicado no Diário de Notícias de 6 de Janeiro p.p., de onde o reproduzimos, com a devida vénia ao jornal e ao seu autor.

 

Paddington 2: o grande filme do Natal

Artigo publicado no Diário de Notícias de 7/12/2017, de onde o reproduzimos com a devida vénia.

 

Fernando Relvas: homenagens póstumas na imprensa portuguesa – 1

Artigo de Luís Miguel Queirós, Público, 22/11/2017

Artigo de F. Cleto e Pina, Jornal de Notícias, 22/11/2017

Artigo de Maria João Caetano, Diário de Notícias, 22/11/2017

(Nota: para ler os textos, aproveitando a extensão completa das imagens, clique nas mesmas).

Liga da Justiça: o filme há muito esperado pelos fãs do Universo DC

Artigos de João Lopes e Inês Lourenço publicados no Diário de Notícias de 16/11/2017, de onde os reproduzimos com a devida vénia. Para aproveitar a extensão completa do texto, clique na página.

O mundo mágico de Harry Potter em exposição na British Library

Artigo publicado no Diário de Notícias, edição de 23 de Outubro p.p., de onde o reproduzimos, com a devida vénia.

O eterno comissário Maigret

(Artigo de João Gobern publicado no Diário de Notícias de 23 de Outubro p.p., de onde o extraímos com  a devida vénia).

Recorde-se, a propósito, que várias dezenas de títulos de Simenon, com a sua mais célebre criação, foram publicados pela Livros do Brasil, na popular Colecção Vampiro (renascida há um ano com a chancela da Porto Editora), pela Bertrand, numa série com 49 volumes dedicada a Maigret, e posteriormente pela ASA.

“Maigret e o Seu Morto”, editado agora pela Relógio d’Água, surgiu pela primeira vez, em tradução portuguesa, no volume 65 da Colecção Vampiro (Agosto 1952), cuja capa, assinada por Cândido Costa Pinto, um dos melhores ilustradores portugueses, a seguir reproduzimos.

A Vampiro publicou vários episódios da carreira de Maigret entre os volumes 53 e 145 (Agosto 1951 a Maio 1959), retomando a série com mais firme regularidade a partir do volume 386 (Agosto 1979).

Embora as mais antigas edições portuguesas remontem à década de 1930 (Livraria Clássica Editora e Empresa Nacional de Publicidade), foi incontestavelmente a icónica Vampiro que mais espaço dedicou ao fleumático comissário parisiense, cujo cachimbo (um legado de Simenon) se tornou a sua imagem de marca.

O êxito mediático deve-se ao cinema e à televisão, onde um selecto grupo de actores (com destaque para Jean Gabin, como lembra João Gobern) lhe deu um rosto humano, uma voz e um corpo, multiplicados por vários registos, que consolidaram no culto dos espectadores o cânone original. Rowan Atkinson (o célebre Mr. Bean do cinema inglês) é o mais recente desses intérpretes, numa série produzida pela ITV. 

O regresso de Astérix e Obélix – numa corrida que os Romanos não esqueceram

(Artigo publicado no Diário de Notícias, em 10 de Outubro de 2017, que reproduzimos com a devida vénia)

Acontecimento editorial do ano, a nova aventura de Astérix e Obélix, os dois inseparáveis gauleses, chega com a sua habitual mão-cheia de tabefes e dentes partidos, os seus inimitáveis jogos-de-palavras e a sua “justa dose” de História revisitada, para deleite dos apreciadores de aventuras rocambolescas.

O álbum da ASA, cuja capa retrata a grande corrida por etapas que serve de pano de fundo ao episódio (quase uma recriação da Volta à Itália em bicicleta!), já está à venda em muitas livrarias do país. Há também uma edição em mirandês.

Na Grande Corrida Transitálica, na qual participam representantes de vários povos da Antiguidade, conseguirão os bravos Gauleses suplantar todas as artimanhas e golpes sujos a que recorrem os orgulhosos Romanos,  apostados como sempre em sair vencedores?

E para além de todas as outras equipas adversárias, conseguirão eles fazer face aos intrépidos Bretões? Ser mais rápidos do que os Persas ou os Sármatas? Não perder terreno perante os valorosos Godos?… Isto para já não falar de outros povos itálicos, desejosos também de vencer a prova, pois não vêem com bons olhos a hegemonia de Roma!

Blade Runner 2049: o futuro está cada vez mais próximo

Artigos de Davide Pinheiro e João Lopes, publicados em 5 de Outubro, data de estreia do filme, nos jornais I e Diário de Notícias, de onde os reproduzimos com a devida vénia aos seus autores.

Um jovem “Hobbit” com 80 anos

Artigo publicado em 17 de Setembro p.p. no Notícias Magazine, suplemento dominical (já há 25 anos!) do Diário de Notícias, de onde o reproduzimos com a devida vénia.

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