“Branca de Neve” e “Bambi” nos jornais: duas novas exposições do Clube Português de Banda Desenhada

Quem não se lembra da “Branca de Neve e os Sete Anões” e do “Bambi”, dois filmes de desenhos animados, como eram conhecidos nessa época, que atraíram multidões às salas de cinema? Hoje, o género chama-se simplesmente Animação, um título mais categorizado, sem dúvida, e que já se tornou candidato permanente aos Óscares, de tal modo que, nos últimos tempos, os estúdios especializados (sobretudo nos EUA) não param de criar novos filmes, de forma cada vez mais inovadora e arrojada, em consequência dos enormes progressos da técnica e das lucrativas receitas de bilheteira que esta indústria continua a obter junto de numeroso público de todas as idades.

Pois estes dois memoráveis clássicos, tal como muitos outros realizados nos Estúdios de Walt Disney, foram também adaptados à Banda Desenhada e de uma forma extraordinária na sua concepção, devido ao trabalho de grandes desenhadores da época. Sobre estas páginas já passaram algumas décadas, mas mantêm-se inalteráveis na sua beleza e sedução. Por isso, vale a pena visitar as duas originais exposições que o Clube Português de Banda Desenhada inaugura amanhã, sábado, pelas 17h00, na sua sede, sita na Avenida do Brasil, 52A – Falagueira – 2700-134 Amadora. Uma ocasião a não perder, se gosta de Desenhos Animados e de Banda Desenhada!

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Clube Português de Banda Desenhada – Assembleia Geral e 4 novas exposições

Por António Martinó de Azevedo Coutinho (Largo dos Correios)

O Clube Português de Banda Desenhada convocou os seus associados para participarem numa Assembleia Geral, que se irá realizar no próximo dia 14 de Outubro (sábado), pelas 16h00, nas instalações da sede, sita na Avenida do Brasil, 52A – Falagueira – 2700-134 Amadora. A referida Assembleia terá como ordem de trabalhos a eleição dos elementos constantes de uma lista, conhecida e divulgada, candidata aos Órgãos Sociais do CPBD para o novo mandato de 2017/2019.

Os nomes propostos confirmam, na prática, os responsáveis pela corrente gestão do Clube, autores de uma obra a todos os títulos notável. Creio, por isso e dada a unanimidade reconhecida, que a continuação do excelente trabalho realizado está amplamente assegurada (…) e a qualidade/quantidade da obra é tanto mais válida quanto se deve reconhecer que este exuberante período se seguiu a décadas em que o Clube apenas sobreviveu dada a militância de uma meia dúzia de apaixonados pelos quadradinhos que nunca deixou morrer uma chama “sagrada” mínima.

A sede disponibilizada pela autarquia da Amadora, capital nacional da BD, proporcionou um local que tem sido constantemente dinamizado com diversas realizações, para além das intervenções do Clube noutros locais como, por exemplo, a Bedeteca da Amadora ou a Biblioteca Nacional de Lisboa.

No próprio dia da Assembleia Geral do Clube Português de Banda Desenhada, a nossa sede vai ser local de abertura de mais quatro (!) exposições públicas, cujos [primeiros] convites se anexam. Como exemplo de esclarecida, permanente e coerente intervenção em defesa da causa dos quadradinhos, dificilmente se poderia exigir mais…

Tenho orgulho em pertencer a uma associação tão dinâmica e tão bem dirigida, crescentemente merecedora de reconhecimento cultural público.

(Nota: texto reproduzido, com a devida vénia, do blogue “Largo dos Correios”, administrado por António Martinó de Azevedo Coutinho).

O mundo encantado das Colecções de Cromos na Amadora

A par desta exposição sobre colecções de cromos publicadas em Portugal nas últimas décadas — algumas da autoria de ilustradores nacionais de reconhecido mérito, como Carlos Alberto Santos, José Garcês, José Pires, Vítor Péon, Júlio Amaro e outros —, o CPBD organizou também, em conjunto com a Bedeteca da Amadora, uma mostra sobre o mesmo tema, subordinada ao título “As Cadernetas e os Desenhadores – À Procura da Simbiose Perfeita”, que está patente desde 30 de Junho nas instalações da Bedeteca, Av. Conde Castro Guimarães, nº 6, Amadora.

O vasto, aliciante e garrido universo das colecções de cromos, onde ainda há muitas coisas para descobrir, desvenda agora ao público, em jeito de saudosismo, alguns dos seus segredos, de 1 de Julho a 9 de Setembro de 2017. A não perder!

Almoço de aniversário e nova palestra do Clube Português de Banda Desenhada

O CPBD completa, em 28 de Junho, 41 anos de existência. Como normalmente acontece, tal facto é comemorado com um almoço de confraternização, que se realiza no próximo sábado, 24 de Junho, no Restaurante “Chafariz das Gravatas”, Av. Elias Garcia 109B – Amadora (precisamente na esquina da Av. do Brasil com a Elias Garcia). 

Em continuidade dessa celebração, terá lugar na sede do CPBD, pelas 16h00, uma palestra com outro ilustre convidado, o Dr. Manuel João Ramos, professor de Antropologia no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa e também autor de BD.

Duas novas exposições no CPBD

Com dois temas aliciantes, estas novas exposições do Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) merecem o interesse de todos os sócios que possam deslocar-se à sua sede e do público em geral. Depois da respectiva inauguração, no próximo dia 3 de Junho (sábado), com começo às 15h30 (mostra de Fernando Relvas), terá início, pelas 16h30, a Assembleia Geral do Clube, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 – Aprovação das contas de 2016

2 – Aprovação do Relatório e Parecer do Conselho Fiscal do CPBD

3  – Aprovação do Plano de Atividades do CPBD até 31/12/2017

Nova palestra no CPBD sobre “A Lei da Selva” de E.T. Coelho

No próximo sábado, dia 6 de Maio, na sede do Clube Português de Banda Desenhada, realiza-se mais uma palestra do ciclo “A Lei da Selva de Eduardo Teixeira Coelho”, que será igualmente apresentada por Mestre José Ruy, autor do powerpoint que ilustrará essa sessão, com numerosos exemplos da arte magistral de E. T. Coelho.

Aproveitamos a oportunidade para mostrar seguidamente algumas imagens da sessão anterior, realizada em 22 de Abril p.p., que embora pouco concorrida mereceu o interesse e o aplauso de todos os presentes, premiando o mérito da obra e a feliz ideia de José Ruy de homenagear um dos melhores trabalhos de E. T. Coelho para O Mosquito, recentemente reeditado, pela primeira vez, em álbum.

As fotos são de Dâmaso Afonso, activo membro do CPBD, a quem saudamos com amizade, agradecendo novamente a prestimosa colaboração que tem oferecido aos nossos blogues.

22 e 29 de Abril: duas palestras no CPBD sobre “A Lei da Selva” de E.T. Coelho

Na continuidade das iniciativas que tem regularmente organizado na sua nova sede, o Clube Português de Banda Desenhada anuncia mais duas palestras, a realizar nos próximos dias 22 e 29 de Abril, pelas 17h00, e dedicadas, com o precioso apoio de um dos seus mais ilustres consócios, mestre José Ruy, à obra-prima de E.T. Coelho “A Lei da Selva”, publicada em 1948 na mítica revista O Mosquito e reeditada finalmente em livro, há alguns meses, por Manuel Caldas.

À parte o interesse específico do tema — apresentado de forma inédita, a partir da leitura de um excelente estudo de Domingos Isabelinho —, este evento representa um progresso para o CPBD, que está agora equipado com meios técnicos (PowerPoint) que lhe permitem valorizar enormemente as suas sessões. 

O Boletim do Clube Português de Banda Desenhada continua em publicação

O Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) acaba de editar o nº 143 do seu Boletim, com data de Fevereiro de 2017, um dos fanzines mais antigos em publicação, não só em Portugal como em toda a Europa, e que pela sua qualidade e longevidade merece ombrear com os melhores.

Neste número, dedicado ao Titã — uma revista de BD dos anos 1950, editada pela Fomento de Publicações em moldes inovadores, mas que não teve o sucesso esperado, devido à forte concorrência do Cavaleiro Andante e do Mundo de Aventuras —, destaca-se um artigo sobre este tema da autoria de Ricardo Leite Pinto, sobrinho do saudoso Roussado Pinto, incontornável pioneiro da “época de ouro” da BD portuguesa, que no Titã exerceu as funções de novelista, argumentista, redactor principal e, a breve trecho, director, depois de ter saído do Mundo de Aventuras e da Agência Portuguesa de Revistas.

No Titã colaboraram também alguns desenhadores portugueses, já nessa época com largo e invejável currículo, como Vítor Péon, José Garcês e José Ruy, devendo-se a Péon e ao seu traço dinâmico a capa do 1º número e a história “Circos em Luta”, cujo herói, criado por Edgar (Roussado Pinto) Caygill, se chamava nem mais nem menos… Titã!

Completa este número um artigo de Carlos Gonçalves sobre a magnífica arte de E.T. Coelho, com uma galeria de trabalhos deste grande desenhador para a revista O Mosquito, que estiveram patentes, até há pouco tempo, numa exposição realizada pelo CPBD na sua nova sede.

As imagens reproduzidas neste post foram extraídas, com a devida vénia, do blogue Sítio dos Fanzines de Banda Desenhada, orientado por Geraldes Lino, cuja consulta recomendamos a todos os interessados por este aliciante tema que o mestre Lino conhece e aborda como ninguém!…

Exposições sobre Jijé e Vandersteen no Clube Português de Banda Desenhada

No próximo dia 18 de Março, o CPBD realiza mais um evento que certamente ficará para a sua história, inaugurando simultaneamente três exposições: a primeira sobre o Cavaleiro Andante (como já aqui foi anunciado), e as restantes em homenagem a dois grandes nomes da BD franco-belga, Joseph Gillain (Jijé) e Willy Vandersteen — numa parceria com o Gicav, de Viseu, e a Câmara Municipal de Moura, entidades que patrocinaram, em anos recentes, exposições sobre estes autores, cuja obra é bastante conhecida em Portugal.

A  preceder a abertura destas exposições, que ocupam três salas do CPBD, haverá um colóquio, às 16hoo — subordinado ao tema “Jijé, um artista sempre presente” —, com a participação de um destacado membro do clã Jijé, o seu neto Romain Gillain, que vive há muitos anos no nosso país e, por isso, domina perfeitamente a língua portuguesa.

Exposição sobre o “Cavaleiro Andante” no Clube Português de Banda Desenhada

Prosseguindo uma intensa actividade, com ciclos temáticos que englobam exposições, colóquios e outros eventos realizados na sua nova sede, o Clube Português de Banda Desenhada (CPBD) inaugura no próximo sábado, dia 18 de Março, uma mostra dedicada à emblemática revista Cavaleiro Andante, que na década de 1950 rivalizou com o Mundo de Aventuras e outras publicações juvenis, distinguindo-se por oferecer aos seus leitores as melhores obras da moderna BD europeia, nomeadamente de origem italiana e franco-belga.

A exposição comemora os 65 anos de nascimento do Cavaleiro Andante, cuja existência decorreu de 5 de Janeiro de 1952 até 25 de Agosto de 1962 (556 números), sempre sob a direcção de Adolfo Simões Müller e contando com Maria Amélia Bárcia como redactora e Fernando Bento como principal colaborador artístico.

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