Exposição na BNP: “Os Primeiros 25 Anos da Agência Portuguesa de Revistas (1948-1973)”

Depois da grande exposição “100 Anos de Fascículos de Aventuras em Portugal”, que encerrou há pouco mais de uma semana, já se avizinha uma nova parceria entre a Biblioteca Nacional e o Clube Português de Banda Desenhada.

Assim, no mesmo espaço, graças ao empenho de João Manuel Mimoso, sócio do CPBD, vai estar patente, a partir do próximo dia 27 de Setembro, uma exposição dedicada à mítica editora Agência Portuguesa de Revistas, com um historial do que foi, nos seus primeiros 25 anos de existência (1948-1973), essa autêntica “fábrica de sonhos”, misto de unidade comercial e industrial, com oficinas e distribuição próprias, e cenáculo de lazer e de cultura livresca popular, que publicou também memoráveis colecções de cromos e fomentou a popularidade dos heróis da Banda Desenhada entre a juventude portuguesa, através de revistas emblemáticas como Mundo de Aventuras, Colecção Condor, Colecção Tigre, Condor Popular, Colecção Audácia, Ciclone e muitas outras.

Uma exposição e uma homenagem que já tardavam (pois a APR encerrou as suas portas há mais de 30 anos) e que agora terão, finalmente, lugar num espaço nobre, a Biblioteca Nacional, em Lisboa (Campo Grande). Parabéns aos seus organizadores!

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Exposição de homenagem a José Garcês na Bedeteca da Amadora

Decano da BD portuguesa, JOSÉ GARCÊS será alvo, no próximo sábado, dia 8 de Setembro, às 16h00, de merecida homenagem pelos seus 90 anos de idade e mais de 70 de carreira, numa louvável iniciativa da Bedeteca da Amadora e do Clube Português de Banda Desenhada. Parabéns, MESTRE GARCÊS!

Exposições no CPBD e na Bedeteca da Amadora

Exposição do CPBD, dedicada a Viriato na Banda Desenhada

Por amabilidade de Carlos Gonçalves, membro da Direcção do Clube Português de Banda Desenhada, recebemos uma reportagem fotográfica das sessões realizadas no passado sábado, dia 2 de Junho, na Bedeteca da Amadora e na sede do CPBD (como oportunamente anunciámos), durante a inauguração de várias exposições e do lançamento (há muito aguardado) do álbum de Fernando Relvas “O Espião Acácio” — obra incontornável, autêntico clássico, de um dos maiores nomes da BD portuguesa —, coincidindo com a mostra dedicada aos 50 anos da revista Tintin (edição Bertrand), onde ela foi originalmente publicada.

Partilhamos com os nossos leitores algumas imagens desses eventos, com agradecimentos a Carlos Gonçalves e ao repórter Dâmaso Afonso.

Exposição do CPBD: Viajantes de Papel na Lusofonia Gráfica

Exposição 50 anos da revista Tintin, na Bedeteca da Amadora

Catherine Labey e Anica Govedarica

Sessão de lançamento do álbum “O Espião Acácio” (Bedeteca da Amadora)

Assistência atenta durante a apresentação do álbum de Fernando Relvas

Mesa de apresentação do álbum O Espião Acácio”

Exposição na Biblioteca Nacional: “100 Anos de Fascículos de Aventuras em Portugal”

NOS TEMPOS HERÓICOS DA “LITERATURA DE CORDEL”

Exposição na Bedeteca da Amadora: “Revista Tintin – 50 Anos”

Homenagem a Fernando Relvas e à revista “Tintin”

Duas novas exposições no CPBD

Estas duas exposições, oriundas do Salão Moura BD, serão inauguradas no próximo sábado, dia 2 de Junho, a partir das 15h30. Se a primeira tem como tema central uma das maiores figuras dos primórdios da nossa História, ou seja, Viriato, o heróico pastor dos Montes Hermínios, a segunda, referente aos “Viajantes de Papel na Lusofonia Gráfica”, aborda a obra de grandes autores que, por razões diversas, tiveram de emigrar, procurando trabalho noutros países, como Eduardo Teixeira Coelho, Vítor Péon e Carlos Roque… alguns deles nascidos nas ilhas adjacentes ou nas antigas colónias ultramarinas portuguesas.

Boletim do Clube Português de Banda Desenhada – um longo e frutuoso percurso de 41 anos

Com a devida vénia, apresentamos seguidamente mais um texto do nosso querido amigo Professor António Martinó de Azevedo Coutinho, publicado em 1 de Janeiro p.p. no seu blogue de referência Largo dos Correios. Transcrevemo-lo, apenas, nesta altura por razões técnicas que nos têm causado problemas, mas também por um motivo especial, visto que em Março (hoje, precisamente) ocorre mais uma efeméride do Boletim do CPBD – cuja capa correspondente ao nº 145 (Dezembro de 2017) aqui fica para conhecimento geral, a abrir este post.  

Caros Sócios
No próximo sábado e para finalizar o ano, o CPBD oferece aos seus sócios mais um número do Boletim a quem tenha possibilidade de se deslocar às suas instalações. Um abraço e bom final de ano.

Há dois ou três dias, o incansável Carlos Gonçalves, alma-mater dos quadradinhos lusos (está em todas!), enviou-me – e a muitos outros consócios – mais uma mensagem, precisamente a atrás reproduzida. Pode parecer apenas um símbolo mas traduz toda uma realidade de muitas décadas. Ele continua o mais activo, o mais operacional e dinâmico de quantos criaram e alimentaram o projecto hoje renascido do Clube Português de Banda Desenhada. E, com este, o Boletim.

Desde o histórico n.º 1, de Março de 1977, tendo cumprido há meses quarenta anos de vida, até este n.º 145, de Dezembro de 2017, ficam contidos nas suas milhentas páginas episódios, factos, pessoas, lendas, histórias, quadradinhos…

Uma vida, mil vidas, o esforço esclarecido de quantos deram expressão a um meio de comunicação que foi, não raras vezes, um motivo de sobrevivência para os que foram capazes de manter acesa uma luz hoje renovada. Todos merecem a nossa gratidão.

A causa da banda desenhada, que nos une e nos move, tem para com os obreiros do Boletim do CPBD uma dívida considerável. Acrescentar aqui o labor de Paulo Duarte, neste mais recente período, parece-me um elementar acto de justiça.

Pela minha parte, com um obrigado do apreciador da BD que sou, recordo a propósito o texto que coloquei no Largo dos Correios em 5 de Março de 2014.

«Foram António Dias de Deus e Leonardo De Sá que me prestaram, entre uma infinidade de outras, a preciosa informação de que o primeiro número do Boletim do Clube Português de Banda Desenhada foi divulgado a 5 de Março de 1977. Assim consta da magnífica obra Dicionário dos Autores de Banda Desenhada e Cartoon em Portugal, Edições Época de Ouro, 1999 (pág. 142). Ora, assim, aquela publicação perfaz hoje trinta e sete anos.

O Boletim, mais alguns suplementos de jornais e semanários e, modernamente, certos blogs centrados na BD, constituem um precioso repositório da melhor e mais qualificada abordagem nacional ao fenómeno dos quadradinhos. Informações soltas, notícias, entrevistas, críticas a obras e a autores, ensaios bibliográficos, material inédito, recensões diversas, índices de revistas e jornais da especialidade, intercâmbios vários, enfim, um universo de textos e de ilustrações, à imagem e semelhança da temática em apreço, tem sido assim partilhado ao longo dos anos. 

O Boletim do CPBD, sobretudo na sua época inicial, representou sempre um desafio colocado aos pioneiros que se abalançaram à iniciativa. Os “cinco magníficos” que se encontravam ao leme do clube, nos tempos do arranque da publicação regular – António Amaral, Carlos Gonçalves, Franklin Ferreira da Silva, Jorge Magalhães e José Sobral –, conseguiram remover ou ultrapassar dificuldades consideráveis, a começar pelas técnicas, na concretização desse projecto editorial do grupo.

Se nos lembrarmos de que ainda não se dispunha de computadores, impressoras e outros dispositivos e meios informáticos, hoje banalizados, desde logo somos remetidos para o modesto e limitado contexto da época no que respeita à composição e reprodução de impressos com um mínimo de qualidade, fora do círculo industrial.

De facto, este obstáculo tornou-se uma espécie de lugar-comum de sucessivos “Editoriais” do Boletim, o primeiro dos quais se intitula, precisamente, “As Nossas Desculpas”… Significativo! A humildade dos pioneiros, incapazes por isso mesmo de se aperceberem da dimensão e da importância da iniciativa que então corporizavam, ainda os “obrigava” a solicitar a compreensão dos outros sócios para o facto de a publicação ter sido impressa por intermédio de stencil e não em offset, por manifesta falta de “posses”.

Carlos Gonçalves, que assumia a coordenação do Boletim, apelava no número 3 aos consócios de Lisboa que tivessem possibilidade de conseguir uma máquina de offset; no número 5, dava conta de uma avaria no sistema de impressão que ainda usavam; no número 10, anunciava a recente entrada de um consócio que podia disponibilizar, aos fins-de-semana, uma impressora do tipo offset

Tornou-se depois evidente a progressiva melhoria física do Boletim, mas tal progresso nada tinha a ver com o seu conteúdo, inalteravelmente revestido do maior interesse e valimento.

Neste 5 de Março, efeméride real ou simbólica de um inegável feito na crónica dos quadradinhos lusos, saúdo os pioneiros que corporizaram, no seio do prestigiado Clube Português de Banda Desenhada, um seu “mal-impresso” e ainda agrafado Boletim.

Quando folheio os Boletins, os releio e os sinto, sobretudo os tais, os de modesta forma, mantenho por eles o respeito que me merecem todas as realizações produzidas pela paixão e pelo empenhado sacrifício de alguns, em prol de uma causa em que acreditavam (e acreditam!), assim como no desinteressado serviço aos outros.»

António Martinó de Azevedo Coutinho
Largo dos Correios – 5 de Março de 2014

Três novas exposições no Clube Português de Banda Desenhada

Foram inauguradas hoje, dia 24 de Fevereiro, três novas exposições do CPBD, sobre temas de interesse geral — a abordagem pela BD de figuras históricas como D. Afonso Henriques e o Infante D. Henrique e o 80º aniversário do mais emblemático herói do século XX —, que estarão patentes na sua sede (Reboleira-Amadora) durante as próximas semanas, mas somente aos sábados, entre as 15h00 e as 18h00. 

Depois do colóquio realizado em 17 de Fevereiro p.p. com o Professor António Martinó, que interessou profundamente a assistência e deixou em aberto a marcação de uma segunda palestra com o mesmo conferencista e o mesmo tema (Reflexões sobre a Linguagem da BD), o CPBD continua a trilhar o seu caminho, num novo ano que se afigura cheio de projectos e de fundadas expectativas de crescimento.

Pela nossa parte, desejamos aos seus directores e colaboradores que todos se concretizem, para bem da Banda Desenhada portuguesa que o CPBD, ao longo de quase 42 anos de existência, tanto ajudou a evoluir.   

Palestra de António Martinó no CPBD

Em 2018, o Clube Português de Banda Desenhada inclui no seu programa um novo ciclo de palestras subordinadas ao título “Especialistas de Banda Desenhada falam sobre o tema no CPBD”. O primeiro conferencista é o Professor António Martinó de Azevedo Coutinho, que apresentará o tema “Reflexões sobre a Linguagem da BD”, com apoio de “power-point”. Este evento decorrerá na sede do CPBD (Reboleira- -Amadora), com início às 16h00 do próximo sábado, 17 de Fevereiro.

 

Exposição sobre o “Camarada” no CPBD

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