O Hino da Liberdade

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Quando as maiores calamidades atingem o mundo, sejam elas catástrofes naturais, conflitos armados, desastres provocados por acidente ou pela fúria cega e criminosa de alguns, a força da coragem e da razão logra sempre sobrepujar a fatalidade do destino, reacendendo no espírito humano a luz da esperança e da solidariedade, graças à qual os que resistem conseguem infalivelmente orientar-se sem receio nos “caminhos das trevas”, vencendo as maiores adversidades e os maiores perigos, e ajudando o seu próximo a recuperar também o sentido profundo e transcendente da vida.

copyright Alexandra FerreroNum movimento espontâneo de homenagem às vítimas inocentes dos massacres terroristas de Paris, na passada sexta-feira 13 (que assim fez jus ao seu cariz fatídico), tem-se multiplicado por todas as redes sociais a divulgação de um vídeo com a famosa cena de “Casablanca” — um dos maiores clássicos do cinema, produzido durante a 2ª Guerra Mundial (1942) — em que o hino nacional francês, La Marseillaise, é vibrantemente entoado por um grupo de homens e mulheres sem medo, perante os seus inimigos nazis, tornando-se, assim, o símbolo da luta pela liberdade nas horas negras da tirania e do fascismo.

Tal como hoje, quando em Paris ainda ecoam os lamentos das vítimas e os clamores indignados de milhares de cidadãos que não abdicam dos seus ideais e dos valores supremos da Democracia: liberdade, igualdade, fraternidade. Contra a intolerância, o fanatismo, o terror e a barbárie… quaisquer que sejam as suas origens e as formas que assumirem.

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Um rosto cinéfilo: Ingrid Bergman

Ingrid Bergman DN 1

Foi uma das “estrelas” mais brilhantes da era dourada de Hollywood (que trocou, nos anos 50, pelo cinema neo-realista de Roberto Rossellini, com quem viveu uma ardente relação), e no papel de Ilsa — a refugiada judia da 2ª Guerra Mundial que se apaixona por Rick (Humphrey Bogart), no clássico dos clássicos: Casablanca — ascendeu a um universo superior, onde as estrelas se transfiguram em criaturas mitológicas, cuja aura (de evanescente e sedutora fantasia) perdura para sempre.

No centenário do seu nascimento (29/8/1915), o prestigioso (e mais do que centenário) Diário de Notícias prestou homenagem à sua memória, dedicando-lhe um excelente artigo do crítico João Lopes e outras matérias — que seguidamente reproduzimos, com a devida vénia aos autores e ao venerável diário de grande informação.

Ingrid Bergman DN 2

 

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