In Memoriam: Servais Tiago (1925-2018)

Lisboeta, nascido a 16 de Junho de 1925, Armando de Almeida Servais Tiago colaborou em revistas como Sempre-em-Pé, Filmagem, O Mosquito, Diabrete, Cartaz, Riso Mundial, O Século, Boletim do Clube Português de Banda Desenhada ou Almada BD Fanzine.

Foi um desenhador de estilo caricatural e humorístico, sendo “Barnabé” (que se estreou em 1945 n’O Mosquito) o seu personagem de BD mais conhecido. Fez ilustrações e capas de livros, tendo-se, também, dedicado ao cinema de animação (fundou a Movicine), obtendo alguns prémios em festivais internacionais.

Numa entrevista, revelou que a paixão pelo filme animado começara muito cedo, aos 12 anos, graças a um “aparelho popular para a película de 9,5mm…” lançado pela Pathé-Baby, onde viu pela primeira vez “A Cigarra e a Formiga”. Ficou tão entusiasmado que começou logo a experimentar, fazendo flipbooks e filmes coloridos pintados à mão, em película velha que adquiria nos cinemas. A temática era quase sempre belicista, “imitando documentários de guerra, bombar- deamentos” (pois estava-se em plena 2ª Guerra Mundial), e depois projectava esses filmes com uma máquina de manivela para crianças.

Em 1943, com apenas 18 anos de idade, produziu “Automania”, filme inspirado no grafismo de Walt Disney e dos seus colaboradores — que, aliás, também imitava nas suas histórias de BD —, com o qual venceu várias competições, incluindo o prémio Galo de Ouro da Pathé-Baby, o Troféu Ferrania e a Taça do Melhor Filme do Concurso Nacional de Cinema de Amadores. Ainda hoje, é o filme português de animação original mais antigo, completo e em bom estado.

Em 1946, Servais Tiago começou a trabalhar nos estúdios Kapa, onde adquiriu conhecimentos mais profundos sobre a técnica de animação. Fez vários filmes publicitários, dos quais se destacam “Perfumes Kimono” (1946) e “Malhas Locitay” (1946), realizando ainda os primeiros filmes de animação portugueses a cores: “Tricocida” (1955) e “Grandella” (1956). Para a RTP, da qual foi também colaborador, criou o famoso “Zé Sempre em Pé”.

Servais Tiago faleceu tragicamente em Lisboa, no passado mês de Fevereiro, vítima de atropelamento. Com 92 anos, era o decano dos autores portugueses de BD e um dos últimos pioneiros do cinema de animação (como Artur Correia, de quem foi grande amigo), mas nunca teve o reconhecimento público e as homenagens que merecia. Nem sequer depois da sua morte…

Nota: grande parte deste texto foi adaptado dos blogues BDBD e Animação Portuguesa.

https://rd.videos.sapo.pt/u5GEuvL8zw9fZNHIzzNO

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In Memoriam: José Manuel Soares

Depois de dezasseis anos num estado quase vegetativo devido a três AVC’s sofridos, faleceu no passado dia 31 de Dezembro mestre José Manuel Soares, tão ilustre pintor como autor de vasta obra pela Banda Desenhada.

Residia na Costa da Caparica e era casado com a distinta pintora Ângela Vimonte. Nasceu em S. Teotónio (concelho de Odemira) a 7 de Setembro de 1932. Tinha uma galeria com exemplos da sua Pintura, em Leiria.
Foi homenageado pela BD, na Sobreda (1986), em Moura (1993) e, em 1996, no 15.º Festival de Banda Desenhada de Lisboa.
Colaborou para muitas publicações juvenis (e não só), como “Diabrete”, “Cavaleiro Andante”, “Pimpão”, “Mundo de Aventuras”, “Fagulha”, “Lusitas”, “O Odemirense”, “Cara Alegre”, “Jornal de Almada”, “Diário do Norte”, “Alentejo Popular”, etc.

Capas para a revista “Cara Alegre” (anos 50)

Capa e ilustração de “Os Quatro Cavaleiros Invencíveis”, Colecção Manecas (Edição Romano Torres)

Capas de “Os Fidalgos da Casa Mourisca”, edição Agência Portuguesa de Revistas

Com vastíssima obra pela 9.ª Arte, muito poucos exemplos estão registados e recuperados em álbum, a saber:
— Em 1985, pela Editorial Futura, um álbum com as narrativas “A Ala dos Namorados” e “De Angola à Contra-costa”, obras publicadas anteriormente na revista “Cavaleiro Andante”.

Capa e prancha de “A Ala dos Namorados”, por Artur Varatojo (texto) e José Manuel Soares (desenhos), Colecção Antologia da BD Portuguesa #15, Editorial Futura (1985).

Pranchas de “De Angola à Contra-costa”, por José Manuel Soares, in Cavaleiro Andante #365 a #382.

— Em 1990, “Luís Vaz de Camões” [texto de Raul Costa], com edição da Câmara Municipal de Odemira.

Capa e prancha de “Luis Vaz de Camões”, por Raul Costa (texto) e José Manuel Soares (desenhos), edição Câmara Municipal de Odemira (1990)

— Em 2000, pelo Grupo Bedéfilo Sobredense (GBS), o n.º 15 de “Cadernos Sobreda-BD”, com as narrativas “O Morcego de Veludo” e “Rasto de Fogo” [o seu único western].

Capa e prancha de “O Morcego de Veludo”, in “Cadernos Sobreda BD” #15,  edição Grupo Bedéfilo Sobredense (2000)

Pranchas de “Rasto de Fogo”, por Raúl Cosme (texto) e José Manuel Soares (desenhos) in “Cadernos Sobreda BD” #15, edição Grupo Bedéfilo Sobredense (2000)

Alguns outros títulos da sua arte como desenhista: “Zeca” [O Cuto português], “O Filho do Leão”, “Giácomo, o Indesejável”, “O Ferido do Bosque”, “Zona Perigosa”, “O Palácio de Cristal”, etc.

Capa e pranchas de “Zeca”, por Raul Oliveira Cosme (texto) e José Manuel Soares (desenhos), in “Mundo de Aventuras” #392 a #403 (1957)

De entre outros, desenhou argumentos de Artur Varatojo e de Raúl Cosme. Pela sua Pintura, foi digna e diversas vezes premiado.

José Manuel Soares pintando no seu ateliê.

Expôs exemplos da sua banda desenhada na Sobreda, Moura, Lisboa, Viseu e Leiria.

José Manuel Soares no salão Moura BD 93, onde foi o Convidado de Honra

Em Agosto de 2014, foi inaugurado em Pinhel o Museu José Manuel Soares, no primeiro andar da Casa da Cultura (antigo Paço Episcopal, edifício datado do Séc. XVIII). Uma justíssima homenagem à memória e à obra do artista, onde se pode apreciar a sua Pintura e as suas histórias em Banda Desenhada.

Inauguração do Museu José Manuel Soares, em Pinhel, em Agosto de 2014

Que mestre José Manuel Soares esteja agora na devida paz eterna! À sua viúva, Ângela Vimonte, apresentamos as mais sinceras condolências.

                                                                                            Luiz Beira/Carlos Rico

(Nota: texto e imagens reproduzidos, com os nossos agradecimentos, do blogue BDBD).

“Dom Afonso Henriques na Banda Desenhada” – Gicav realiza exposição em Viseu e publica história de E. T. Coelho

Conforme notícia que atempadamente divulgámos, abriu ao público no passado dia 27 de Agosto, em pleno Pavilhão Multiusos da Feira de São Mateus, a exposição intitulada “Dom Afonso Henriques na Banda Desenhada” — uma organização do GICAV (Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu), com o apoio da Câmara Municipal daquela cidade, da Viseu Marca e do IPDJ (Instituto Português do Desporto e Juventude).

Os nossos colegas do BDBD, Luiz Beira e Carlos Rico, estiveram lá, aquando da inauguração, e fizeram para memória futura uma reportagem fotográfica deste evento, que pode (e merece) ser vista no seu blogue: http://bloguedebd.blogspot.pt/2017/09/d-afonso-henriques-na-bd-reportagem.html

Antes da abertura da exposição no Pavilhão Multiusos — segundo informa o BDBD —, teve lugar, mesmo ao lado, num pequeno mas acolhedor auditório, o lançamento do álbum “D. Afonso Henriques – A Balada da Conquista de Lisboa”, narrativa extraída da obra “O Caminho do Oriente”, com texto de Raul Correia e desenhos de E.T. Coelho, cuja capa aqui reproduzimos, com a devida vénia ao BDBD e ao GICAV.

A sessão teve início com um curto mas interessante vídeo, onde o numeroso público presente pôde visionar imagens virtuais da nova Arena de Viseu, um belo espaço completamente apetrechado para receber eventos culturais e despor- tivos, que em breve (crê-se que dentro de um ano) tomará o lugar do Pavilhão Multiusos. A cerimónia teve a participação do Director Executivo da Viseu Marca, Dr. Jorge Sobrado, da Presidente do GICAV, Drª. Filipa Mendes, e de Carlos Almeida, coordenador do GICAV responsável pela área da BD.

Após o lançamento do álbum, seguiu-se a inauguração oficial da exposição, um conjunto de vinte painéis em grande formato, com exemplos de praticamente todas as BD’s onde a figura de D. Afonso Henriques, o Conquistador, foi retratada por desenhadores de várias gerações, entre os quais, além de Eduardo Teixeira Coelho, Artur Correia, Baptista Mendes, Carlos Alberto, Carlos Rico, Eugénio Silva, Filipe Abranches, José Antunes, José Garcês, José Projecto, José Ruy, Pedro Castro, Pedro Massano, Santos Costa e Vítor Péon.

Vista parcial da exposição, com o painel dedicado a Eduardo Teixeira Coelho em grande plano, à direita, e ao lado o de José Antunes; também em 1º plano, de costas, o desenhador Baptista Mendes, outro autor com participação nesta mostra (foto do BDBD).

Viseu realiza exposição sobre Dom Afonso Henriques na Banda Desenhada

No próximo domingo, 27 de Agosto, pelas 16:00 horas, será inaugurada em Viseu, no Pavilhão Multiusos da Feira de São Mateus, uma exposição sobre o primeiro Rei de Portugal, denominada “Dom Afonso Henriques na Banda Desenhada”.

A organização é do Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu (GICAV), com a colaboração da Câmara Municipal de Viseu, da Viseu Marca e do Instituto Português do Desporto e Juventude. Durante o evento, será lançado um álbum de banda desenhada com a reedição de um magnífico trabalho de Eduardo Teixeira Coelho, nome incontornável da BD portuguesa.

A mostra, comissariada por Carlos Almeida, é constituída por vinte painéis em grande formato, com exemplos das várias adaptações à BD da vida e dos feitos de Dom Afonso Henriques, e estará patente ao público até 17 de Setembro.

(Notícia respigada do nosso colega BDBD, orientado por Carlos Rico e Luiz Beira, que promete publicar uma reportagem fotográfica completa do evento durante os próximos dias. Na impossibilidade de também estarmos presentes, agradecemos ao GICAV o convite que gentilmente nos enviou).

Luiz Beira – uma grande homenagem no próximo dia 28 de Janeiro, em Viseu

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Com a devida vénia, reproduzimos na íntegra o post seguinte, publicado no blogue BDBD (com um belo texto de Carlos Rico), sobre a homenagem que será prestada a Luiz Beira, no próximo sábado, dia 28 de Janeiro, tendo como cenário a Biblioteca Municipal Dom Miguel da Silva, em Viseu, a que está acoplada a Bedeteca que tem o seu nome.

Ao homenageado, nosso amigo de longa data e companheiro de muitas festivas jornadas bedéfilas, enviamos sinceros parabéns, desejando-lhe a continuação de uma carreira recheada dos maiores êxitos e em que a paixão pelas Artes (com destaque para o Teatro, a Poesia, o Cinema e a BD) seja sempre a inefável Musa que ilumina e inspira o seu talento.

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No próximo dia 28 de Janeiro, sábado, pelas 16:00 horas, a Câmara Municipal de Viseu (CMV) e o Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu (Gicav) promoverão uma justíssima homenagem a Luiz Beira meu ilustre amigo e colega de blogue —, integrada nas comemorações do 15.º aniversário da Biblioteca Municipal Dom Miguel da Silva.

Estas comemorações visam homenagear algumas das figuras que mais se notabilizaram neste período de vida da Biblioteca e o nome de Luiz Beira — o primeiro de um conjunto de doze — vem a propósito uma vez que, como é sabido, doou a Viseu grande parte do seu acervo de Banda Desenhada, com a finalidade de aí ser fundada uma Bedeteca, o que viria oficialmente a acontecer em 31 de Maio de 2002.

Na Bedeteca Luiz Beira (que está acoplada à Biblioteca Municipal Dom Miguel da Silva) podem ser consultados milhares de documentos como sejam álbuns, revistas e fanzines de banda desenhada (alguns dos quais de incontestável raridade e valor histórico), bem como livros de Teatro, Poesia e outros temas.

Mas Luiz Beira está intimamente ligado à cidade de Viriato, não só através da Bedeteca como do próprio salão de Banda Desenhada, cuja génese em muito se deve às digressões que, inicialmente, as exposições das Jornadas BD da Sobreda (também elas uma criação de Luiz Beira) faziam a Viseu. E não poderíamos, obviamente, esquecer a longa e assídua colaboração com a revista “Anim’Arte” (que ainda mantém) ou a publicação de todas as peças de Teatro que o Gicav lhe editou, em seis volumes, há alguns anos.

É, pois, por tudo isto e com inteira justiça que a CMV e o Gicav se preparam para homenagear este amante das Artes, inaugurando uma exposição que permanecerá patente ao público até ao dia 22 de Abril. Quem puder deslocar-se a Viseu, no dia 28, e assistir à homenagem pública, será muito bem-vindo, pois o Luiz merece, nesse dia tão especial para ele, estar verdadeiramente entre amigos (e são muitos os que a Banda Desenhada, o Teatro, o Cinema e a Televisão lhe têm trazido ao longo dos anos…). Fica o convite feito.

Eu, por mim, lá estarei para lhe dar um fraternal abraço, participar na festa e fazer a merecida reportagem para publicar, dentro de dias, no nosso blogue.    CR

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Reportagem do grande encontro no Clube Português de Banda Desenhada

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Texto de Luiz Beira e fotos de António Martinó

Como foi atempadamente anunciado, na tarde de 15 de Outubro deu-se um grande encontro de gente-BD no Clube Português de Banda Desenhada (na Amadora), durante a inauguração de três exposições em simultâneo: “Originais de Fernando Bento”,  “ABCzinho” e “Star Wars”.
Vamos por partes: para além de elementos da “gerência” do CPBD (Carlos Gonçalves, Pedro Mota, Geraldes Lino, José Ruy, Paulo Duarte e Carlos Moreno) e de entre muita gente entusiasmada, contavam-se João Mimoso, José Menezes, Fernando Cardoso, António Amaral, José Coelho, João Paiva Boléo, António Martinó, a editora Maria José Pereira, o argumentista Jorge Magalhães e os desenhistas José Pires, Catherine Labey, Gastão Travado e António Lança Guerreiro.
Os dois pontos altos que ficaram na nossa memória:
1 – A presença grata e emotiva da Srª. D.ª Arlete Bento, viúva de mestre Fernando Bento. Uma maravilhosa presença!
2 – O colóquio bem elucidativo, com momentos de saborosas ironias, do Dr. António Mega Ferreira, que nos encantou com o relatar da sua relação pessoal com a Banda Desenhada. Em momentos de breve diálogo, tiveram interveniências Geraldes Lino, Luiz Beira, António Martinó, José Coelho e José Ruy.
O BDBD esteve lá, representado pelo autor deste texto.
Um agradecimento muito especial a António Martinó, que gentilmente nos cedeu a reportagem fotográfica deste evento.
Nota final curiosa: vimos aí um exemplar que não é raro, é raríssimo, da primeira edição em álbum de “As Mil e Uma Noites” por Fernando Bento, pela Colecção Imagem (1948).

(Nota: reportagem extraída, com a devida vénia aos seus autores, do blogue BDBD, coordenado por Luiz Beira e Carlos Rico).

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Últimos preparativos, antes da abertura de portas.

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Panorâmica da exposição de homenagem a Fernando Bento.

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Duas magníficas capas de F. Bento para o “Cavaleiro Andante”…

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… e outras duas para o “Diabrete”.

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Algumas edições em álbum com trabalhos de Bento….

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… sendo esta a mais rara (“As Mil e Uma Noites” – Colecção Imagem – 1948).

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Arlete Bento conversa com João Paiva Boléo e Geraldes Lino, enquanto Carlos Gonçalves (à direita) tenta ultimar um último pormenor, e José Coelho e Luiz Beira (à esquerda) trocam informações para um futuro post do BDBD.

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No balcão, à entrada da sede do CPBD, destacavam-se os “Cadernos de Banda Desenhada”, com uma reedição (1988) de “As Mil e Uma Noites”, de F. Bento e Simões Müller.

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José Ruy, Geraldes Lino e Luiz Beira, à conversa.

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Arlete Bento e Paiva Boléo foram os primeiros a ocupar lugar para o colóquio, enquanto, em segundo plano, Gastão Travado e António Amaral conversavam sobre… BD.

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Geraldes Lino e o Dr. Mega Ferreira durante a palestra “Eu e a BD”.

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Panorâmica do público, rendido às intervenções do convidado da tarde.

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Uma das alas da exposição de capas e páginas do “ABCzinho”.

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Capa do #18 do “ABCzinho” (1926), preenchida com uma BD, como era usual na época do Tiotónio.

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Capa do #302 do “ABCzinho” (1931), com um desenho alusivo às “Aventuras de Três Maráus”, de Carlos Ribeiro.

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Anúncio da oferta da construção de armar do hidroavião “Lusitânia”, desenhada nos anos 20 por Filipe Rei (publicado na revista “ABC), e uma maquete do mesmo já montada.

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Carlos Gonçalves e Carlos Moreno.

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Pedro Mota e Carlos Gonçalves.

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Exposição da “Guerra das Estrelas”, cedida pelas CM Beja/Amadora.

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Carlos Gonçalves, António Martinó e Geraldes Lino.

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Uma vitrina com revistas, cromos e cartas desta série.

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Bonecos em pvc e outros objectos relacionados com “Star Wars”, da colecção de Gastão Travado.

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Cadernetas de cromos da série.

O Infante D. Henrique na popular Feira de S. Mateus

Convite BD

No próximo dia 28 de Agosto, domingo, pelas 16:00 horas, será inaugurada em Viseu, no Pavilhão Multiusos da Feira de S. Mateus, uma exposição cujo aliciante tema se intitula Infante Dom Henrique na Banda Desenhada”.

A exposição, composta por cerca de duas dezenas de quadros em grande formato, mostrará praticamente todas as versões existentes em BD sobre a vida do “Navegador”. A mostra é uma produção do Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu (Gicav) e conta com o apoio da Câmara Municipal de Viseu, da Viseu Marca e do Instituto Português do Desporto e Juventude.

Na mesma ocasião, serão homenageados ao vivo, pelo Gicav, José Ruy e Carlos Baptista Mendes, sendo também lançado um mini-álbum com a reedição de duas histórias destes consagrados autores, versando o Infante D. Henrique.

Tudo bons motivos, portanto, para uma visita à mui nobre cidade de Viseu, a pretexto da Banda Desenhada e de uma das maiores figuras da nossa História Pátria.

(Texto adaptado, com a devida vénia, de uma notícia publicada no BDBD, blogue orientado por Carlos Rico e Luiz Beira).

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