Amadora BD 2015 – Vencedores dos Prémios Nacionais de Banda Desenhada (PNBD)

AMADORA BD CABEÇALHO

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum Português

Zombie, de Marco Mendes (Turbina/Mundo Fantasma)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Argumento para Álbum Português

Volta – O Segredo do Vale das Sombras, de André Oliveira (Polvo)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Desenho para Álbum Português

 Erzsébet, de Nunsky (Chili com Carne)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum de Autor Português em Língua Estrangeira

Crumbs, de Afonso Ferreira, Ana Matias, André Caetano, André Oliveira, André Pereira, Bernardo Majer, DavX Amadora BD 2015 X Pedro Massano X Prémios Nacionais de Bid Soares, Fernando Dordio, Francisco Sousa Lobo, Inês Galo, Joana Afonso, Mário Freitas, Nuno Duarte, Osvaldo Medina, Pedro Cruz, Pedro Serpa, Ricardo Venâncio, Sérgio Marques, Zé Burnay (Kingpin Books)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum Estrangeiro de Autor Português

Loki – Agent of Asgard, de Jorge Coelho (Marvel)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum de Autor Estrangeiro

Papá em África, de Anton Kannemeyer (MMMNNNRRRG)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Álbum de Tiras Humorísticas

Toda a Mafalda, de Quino (Verbo)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Ilustração de Livro Infantil (Autor Português)

 Daqui Ninguém Passa!, de Bernardo P. Carvalho (Planeta Tangerina)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Ilustração de Livro Infantil (Autor Estrangeiro)

O Tempo do Gigante, de Manuel Marsol (Orfeu Negro)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Prémio Clássicos da 9.ª Arte

O Diário do Meu Pai, de Jiro Taniguchi (Levoir/Público)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Melhor Fanzine

Terrea, de Ricardo Cabral (Edição de Autor)

Prémio Nacional de Banda Desenhada – Troféu de Honra

Pedro Massano

O júri que escolheu os álbuns e os autores vencedores foi constituído por Nelson Dona, director do Amadora BD, Pedro Massano, autor de BD, Bruno Caetano, coleccionador de BD, Luís Salvado e Sara Figueiredo Costa, jornalistas e comissários da exposição do Ano Editorial.

O Troféu de Honra é uma deliberação da Câmara Municipal da Amadora que, anualmente, atribui este prémio a uma personalidade com meritória carreira na área da Banda Desenhada.

A cerimónia de entrega dos prémios teve lugar em 31 de Outubro, nos Recreios da Amadora, e contou com a actuação musical de noiserv.

Até 8 de Novembro, dia de encerramento do Festival, os álbuns vencedores (na exposição do Ano Editorial Português) e a grande exposição de Pedro Massano, A Batalha: 14 de Agosto de 1385 (Prémio de Melhor Desenho 2014), podem ser vistos no Fórum Luís de Camões.

O Amadora BD – Festival Internacional de Banda Desenhada é organizado pela Câmara Municipal da Amadora e constitui o mais importante evento na área da Banda Desenhada, a nível nacional. É também uma importante referência a nível internacional, reconhecido como um dos maiores, melhores e mais diversificados eventos de BD, integrando o calendário internacional de eventos, como o Festival International de la Bande Dessinée d’Angoulême (França), o Lucca Comics (Itália), o Festival Internacional del Cómic de Barcelona (Espanha), New York Comic Fest (EUA) e o San Diego Comic Convention (EUA).

Premios Amadora foto

 

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Amadora BD 2015 – Entrega dos Prémios Nacionais de BD

AmadoraBD_EntregaPremios2015

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Amadora BD 2015 – Visita guiada no “Diário de Notícias”

Amadora BD - DN 1

Amadora BD - DN 2

Amadora BD 2015 – A festa renovada da BD portuguesa

Amadora BD 2015 - Público

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“Putain de Guerre – A Guerra das Trincheiras”, de Tardi

putain de guerre - Tardi

Considerado um dos mais importantes e influentes autores de Banda Desenhada franceses, Jacques Tardi apresenta nesta exposição trabalhos de três álbuns dedicados à Primeira Guerra Mundial: “Putain de Guerre”, “C’était la Guerra des Tranchées” e “Chansons contre la Guerre”.

Segundo Carlos Pessoa, crítico e jornalista especializado em Banda Desenhada, “é perfeitamente possível imaginar as longas noites de Inverno do pequeno Tardi, nos anos difíceis da reconstrução da Europa destruída pela II Guerra Mundial, a ouvir histórias contadas pela sua avó. E também se pode calcular que muitos desses relatos não foram contos de fadas ou histórias tradicionais da rica oralidade europeia, mas episódios vividos por Paul Tardi, seu avô, nas trincheiras da I Guerra Mundial. Esse avô corso que esteve em Verdun, foi ferido várias vezes, chegou a ser gaseado e não dizia uma palavra… Tardi também terá ficado suspenso das descrições do seu tio-avô, sobrevivente da guerra, mas com sequelas de um ferimento de obus, explicando-lhe com detalhe como lhe puseram vermes no penso para eliminar os tecidos gangrenados da ferida. E depois vieram as histórias do seu próprio pai, René Tardi, essas já situadas no ambiente da II Guerra Mundial, onde conduziu um carro de assalto”.

As cartas e os diários, os testemunhos de soldados nas trincheiras, as fotografias, as imagens dos uniformes, o armamento, são — segundo Carlos Pessoa “outros tantos elementos que permitem a Tardi recuperar a “sua” atmosfera da guerra, enriquecida com a experiência de deslocação pessoal a muitos locais das batalhas. Tudo isto para tornar possível ao leitor impregnar-se do ambiente quotidiano do soldado e apreender o tremendo sofrimento físico e emocional dos combatentes. As histórias de Tardi são curtas narrativas de situações vividas por homens deprimidos e roídos pelo medo nas trincheiras ou na terra de ninguém – a excepção é “Putain de Guerre!”, em que o autor privilegia uma perspectiva cronológica. Não há heróis, mas apenas soldados que são vítimas de uma guerra absurda e sem o menor sentido. Graficamente, apresentam-se muitas vezes como meras silhuetas, simples reflexos, sem profundidade, de seres que há muito perderam a condição de homens livres. Vivem esmagados pelo peso das mochilas e do armamento que transportam às costas, mas sobretudo pelo próprio conflito, que lhes assenta sobre os ombros com todo o peso do mundo.

A denúncia dos horrores da guerra, a afirmação de um pacifismo radical e o desmascaramento do papel “redentor” da religião no conflito, vão a par com um olhar sarcástico sobre a liturgia e a simbólica patrióticas, com os seus monumentos evocativos ao soldado desconhecido, cerimónias comemorativas, medalhas, desfiles de antigos combatentes e outras evocações com que foi construída uma certa memória colectiva do conflito”.

Exposição “Viagem Desenhada” de Ricardo Cabral

Ricardo_Cabral

A exposição “Viagem Desenhada”, de Ricardo Cabral, abre ao público neste sábado, 26 de Setembro, às 17h30, na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea (Almada), marcando o início da programação satélite do Amadora BD 2015 – Festival Internacional de Banda Desenhada, que se realiza de 23 de Outubro a 8 de Novembro, no Fórum Luís de Camões (Amadora).

Ricardo Cabral — nome em destaque da edição de 2013 do Amadora BD — foi o autor escolhido no universo da ilustração e da banda desenhada para reflectir o tema que norteia, este ano, a programação da Casa da Cerca, “A Viagem”. Constituindo um percurso pela obra do autor, a exposição reúne diversos trabalhos, nomeadamente cadernos e esboços ligados aos seus livros que têm esta temática como ponto de partida.

No dia 31 de Outubro, com a presença do autor, realiza-se uma visita à exposição, que permanecerá na Casa da Cerca até 10 de Janeiro de 2016.

Ricardo Cabral

Licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em 2005, trabalha, desde então, como ilustrador freelancer. Faz parte do Colectivo Lisbon Studio e é autor dos livros de banda desenhada Evereste (Edições Asa, 2007), Israel Sketchbook (Edições Asa, 2009), Newborn – 10 dias no Kosovo (Edições Asa, 2010), Pontas Soltas – Cidades (Edições Asa, 2011), Comic-Transfer (Polvo, 2013) e Pontas Soltas – Lisboa (Edições Asa, 2014). Ilustrou também os livros infantis Portugal para Miúdos, de José Jorge Letria (Texto Editores, 2011), Expressões com História, de Alice Vieira (Texto Editores, 2012), Uma Baleia no Quarto, de João Miguel Tavares (A Esfera dos Livros, 2012) e Caras e Coroas – Reis e Rainhas de Portugal para Miúdos, de José Jorge Letria (Texto Editora, 2014).

 

 

 

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