O Amadora BD 2017 já encerrou… ficaram os prémios

Relação dos premiados:

Melhor Álbum Português: Deserto/Nuvem”, de Francisco Sousa Lobo (Chili com Carne)

Melhor Argumento para Álbum Português: Francisco Sousa Lobo, em “Deserto/Nuvem” (Chili com Carne)

Melhor Desenho para Álbum Português: Amanda Baeza, em “Bruma” (Chili com Carne)

Melhor Álbum de Autor Português em Língua Estrangeira: “It’s No Longer I That Liveth”, de Francisco Sousa Lobo (Chili com Carne/Mundo Fantasma)

Melhor Álbum de Autor Estrangeiro: “Os Ignorantes”, de Étienne Davodeau (Levoir/Público)

Melhor Álbum de Tiras Humorísticas: “Conversas com os Putos”, de Álvaro (Polvo)

Melhor Desenhador Português de Livro de Ilustração: Tiago Albuquerque e Nadia Albuquerque, em “Sou o Lince-Ibérico” (Imprensa Nacional Casa da Moeda)

Melhor Desenhador Estrangeiro de Livro de Ilustração: Jimmy Liao, em “Noite Estrelada” (Kalandraka)

Prémio Clássicos da 9ª ArteRonin”, de Frank Miller (Levoir/Público)

Melhor Fanzine: Outro Mundo Ultra Tumba”, de Rudolfo Mariano (Edição de Autor)

Destaque pela qualidade das colectâneas: “Sandman”, de Neil Gaiman (Levoir/Público)

Destaque pela qualidade das colectâneas: “O Mundo de Garfield (1978-1983)”, de Jim Davis (Verbo)

O Festival Amadora BD encerrou as suas portas no passado domingo, dia 12 de Novembro, mas para o ano haverá mais, com exposições de certeza tão interessantes como as que estiveram patentes, desde 27 de Outubro, no Fórum Luís de Camões (Brandoa) e noutros locais.

Quanto aos prémios, algumas das escolhas não nos pareceram as mais acertadas… mas, em questão de concursos, os júris são soberanos, por isso o que conta são as obras e os autores que estarão em destaque no próximo ano, entre eles Étienne Davodeau e Frank Miller.

O respeito pelo veredicto do júri não nos impede, porém, de lamentar a ausência das Edições Asa da lista de vencedores, pois a colecção de Valérian (embora incompleta) foi, sem dúvida, uma das melhores do ano. Tal como as de Garfield e de Sandman, justamente distinguidas com uma menção especial. 

E mais haveria a dizer no tocante aos clássicos e à sua rigorosa definição (Bastam 10 anos para uma obra se tornar um clássico? Podemos medir esse conceito somente pelo seu êxito comercial e artístico?)… mas ficamos por aqui.

Uma sugestão, apenas, porque cremos que esta é a categoria onde, de ano para ano, há mais candidatos e, portanto, mais dificuldade de escolha: por que não dividi-la em dois géneros, colectâneas (devido ao peso que têm numa edição) e álbuns singulares?

Pôr estes a competir com “pesos pesados”, misturando tudo no mesmo “saco”, como tem sucedido até agora, não nos parece boa ideia. Com resultados nem sempre felizes, para uns e para outros…  

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Folio: a grande festa do livro e da cultura em Óbidos

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Folio, um Festival Literário em que a BD também participa (espera-se que em maior percentagem nas próximas edições), contando com a presença de Geraldes Lino para uma palestra sobre Fanzines, esses desconhecidos (sábado, dia 24, às 18h30, na Livraria do Mercado). Quem viajar confortavelmente para Óbidos no Comboio Literário desfrutará também de um vislumbre de BD, graças à ideia original de uma exposição ferroviária “ambulante” com algumas pranchas de autores portugueses: Álvaro, Joana Afonso, João Sequeira, José Smith Vargas, Paulo Monteiro e Rui Lacas.

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Folio, um evento de dimensão internacional — em que literatura (e outras artes), autores, animadores e público comungam a mesma utopia —, seguramente a não perder!

Nota: A foto do Comboio Literário foi reproduzida, com a devida vénia, do blogue Divulgando BD, coordenado por Geraldes Lino.

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