Colecção I.R.$ – vol. 5

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Y – O Último Homem (vol. 4)

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Colecção I.R.$ – vol. 4

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O nosso “irmão” mais novo

Tenho o grande prazer de anunciar, finalmente, o aparecimento na Loja de Papel do meu “irmão” mais novo, O Gato Alfarrabista Júnior, cujos primeiros posts podem visitar clicando aquiEstejam, pois, atentos ao Júnior, que promete seguir os alvitres do “mano” mais velho…. para aprender a “gatinhar” sozinho.

(Atenção: quando chegar ao Gato Alfarrabista Júnior, se clicar na palavra Início, na barra preta debaixo do cabeçalho, para activar o side bar, aparecerá o último post publicado e bastará recuar para ver todos os outros).

Postais ilustrados de outros tempos – 11

QUERES SABER COMO ÉS? VÊ O MÊS EM QUE NASCESTE…

Continuamos hoje a apresentar duas pitorescas colecções de postais dedicadas aos jovens, com ilustrações de dois grandes nomes da BD portuguesa: Júlio Gil e Carlos Roque, desenhadores que se distinguiram nas páginas do Camarada — revista editada nos anos 40, 50 e 60 (em duas séries) pela Mocidade Portuguesa —  e de outras publicações juvenis que fizeram história.

Estes postais, produzidos (cremos que na década de 60) pela Pórtico, faziam abertamente distinção entre os géneros masculino e feminino (o que hoje não seria muito bem visto por alguns sectores mais “progressistas” da nossa sociedade), mostrando que as qualidades dos rapazes e das raparigas, apesar de influenciadas pelos astros, como rezam os seus horóscopos, também divergem entre os nascidos no mesmo mês. Naturalmente por causa do sexo…

Mas o que mais se destaca nestas curiosas colecções de postais é o expressivo humor das imagens, realçado pelo traço límpido e harmonioso do mestre Júlio Gil, um dos mais inspirados artistas gráficos portugueses do século XX, e pelo recorte picaresco dos “bonecos” de Carlos Roque, que já nessa altura evidenciavam a maturidade do seu estilo, no género que abraçou desde o início de uma longa e frutuosa carreira, em Portugal e na Bélgica. 

A Ciência em BD: “Viagens sem insónias”

Um projecto do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra e da Associação Portuguesa de Sono

 

Páginas publicadas em 16/3/2018 no jornal Público, celebrando o Dia Mundial do Sono, com desenhos de André Caetano e texto de João Ramalho Santos, Ana Rita Álvaro e Sara Varela Amaral.

Y – O Último Homem (vol. 3)

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In Memoriam: Servais Tiago (1925-2018)

Lisboeta, nascido a 16 de Junho de 1925, Armando de Almeida Servais Tiago colaborou em revistas como Sempre-em-Pé, Filmagem, O Mosquito, Diabrete, Cartaz, Riso Mundial, O Século, Boletim do Clube Português de Banda Desenhada ou Almada BD Fanzine.

Foi um desenhador de estilo caricatural e humorístico, sendo “Barnabé” (que se estreou em 1945 n’O Mosquito) o seu personagem de BD mais conhecido. Fez ilustrações e capas de livros, tendo-se, também, dedicado ao cinema de animação (fundou a Movicine), obtendo alguns prémios em festivais internacionais.

Numa entrevista, revelou que a paixão pelo filme animado começara muito cedo, aos 12 anos, graças a um “aparelho popular para a película de 9,5mm…” lançado pela Pathé-Baby, onde viu pela primeira vez “A Cigarra e a Formiga”. Ficou tão entusiasmado que começou logo a experimentar, fazendo flipbooks e filmes coloridos pintados à mão, em película velha que adquiria nos cinemas. A temática era quase sempre belicista, “imitando documentários de guerra, bombar- deamentos” (pois estava-se em plena 2ª Guerra Mundial), e depois projectava esses filmes com uma máquina de manivela para crianças.

Em 1943, com apenas 18 anos de idade, produziu “Automania”, filme inspirado no grafismo de Walt Disney e dos seus colaboradores — que, aliás, também imitava nas suas histórias de BD —, com o qual venceu várias competições, incluindo o prémio Galo de Ouro da Pathé-Baby, o Troféu Ferrania e a Taça do Melhor Filme do Concurso Nacional de Cinema de Amadores. Ainda hoje, é o filme português de animação original mais antigo, completo e em bom estado.

Em 1946, Servais Tiago começou a trabalhar nos estúdios Kapa, onde adquiriu conhecimentos mais profundos sobre a técnica de animação. Fez vários filmes publicitários, dos quais se destacam “Perfumes Kimono” (1946) e “Malhas Locitay” (1946), realizando ainda os primeiros filmes de animação portugueses a cores: “Tricocida” (1955) e “Grandella” (1956). Para a RTP, da qual foi também colaborador, criou o famoso “Zé Sempre em Pé”.

Servais Tiago faleceu tragicamente em Lisboa, no passado mês de Fevereiro, vítima de atropelamento. Com 92 anos, era o decano dos autores portugueses de BD e um dos últimos pioneiros do cinema de animação (como Artur Correia, de quem foi grande amigo), mas nunca teve o reconhecimento público e as homenagens que merecia. Nem sequer depois da sua morte…

Nota: grande parte deste texto foi adaptado dos blogues BDBD e Animação Portuguesa.

https://rd.videos.sapo.pt/u5GEuvL8zw9fZNHIzzNO

Colecção I.R.$ – vol. 3

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Calendários Ilustrados – 3

Eis mais uma folha de um calendário com pinturas de Mário Costa (1902-1975), artista plástico de reais méritos que, como já tivemos ocasião de assinalar, também se distinguiu como ilustrador, nomeadamente nalgumas publicações infantis, desde O Senhor Doutor e o Rim-Tim-Tim ao Pim-Pam-Pum e ao Tic-Tac.

Mas foi sobretudo a sua obra como pintor que lhe deu fama, ao especializar-se num estilo figurativo muito em voga na plenitude da sua carreira (anos 1940/50), durante a qual abordou vários temas históricos, com um sentido rigoroso das formas, dos volumes e das cores, reconstituindo fielmente figuras e ambientes.

No quadro que hoje apresentamos, está expressivamente retratado um dos momentos mais trágicos da História de Portugal, na 1ª dinastia (1355), quando Inês de Castro, culpada apenas do seu amor proibido pelo infante D. Pedro, enfrentou a cruel sentença do rei D. Afonso IV, que a condenara à morte.

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