Ler Faz Bem: “O Jogador” (um livro de Dostoievski, oferecido pela “Visão”)

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Blade Runner 2049: o futuro está cada vez mais próximo

Artigos de Davide Pinheiro e João Lopes, publicados em 5 de Outubro, data de estreia do filme, nos jornais I e Diário de Notícias, de onde os reproduzimos com a devida vénia aos seus autores.

O regresso de Valérian – Vol. 11

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A vida de Che em BD: uma obra mítica finalmente editada em Portugal

Chega dentro de dias às bancas, numa edição Público/Levoir, a biografia do ícone da Revolução Cubana, escrita por Héctor Germán Oesterheld e ilustrada por Alberto e Enrique Breccia, expoentes máximos da BD argentina e mundial. Lançada com grande êxito logo após o assassinato de Che Guevara, a sua difusão foi proibida, sendo mesmo ordenada a destruição das pranchas originais pela ditadura militar argentina. O trágico desaparecimento do próprio Oesterheld e as lendas em torno da primeira reedição da obra em Espanha elevaram-na a um estatuto de crescente mito.

Mais do que uma obra polémica, A Vida de Che é uma obra-prima da banda desenhada — sob a forma de novela gráfica, quando este termo e o seu conceito ainda não existiam —, pela primeira vez em versão portuguesa, recordando o 50º aniversário da morte de um dos mais célebres guerrilheiros do século XX.

Novela Gráfica III – Vol. 14

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Fanzines de José Pires (Setembro 2017)

Continuando a manter uma regularidade sem pausas, José Pires lançou este mês mais dois volumes das séries que tem em publicação, com destaque para Terry e os Piratas, a obra-prima de Milton Caniff, cuja reedição integral, quase totalmente inédita entre nós, abrangerá 25 números do FandClassics, cada um deles com mais de 70 páginas. O preço, no entanto, não varia, fixando-se nos 15 euros. 

Uma tarefa quase homérica, com a duração prevista de dois anos (!), mas que o incansável José Pires (experimentado nestas lides) encara sem preocupações, pois a colecção, de cadência mensal, já vai no 9º volume e o número de leitores não cessa de aumentar.

No Fandwestern (um dos mais antigos fanzines portugueses) continua a publicação de outra grande série clássica, Matt Marriott, já com mais de cinco dezenas de episódios primorosamente reeditados, a partir do material disponível em antigas publicações, mas também de tiras originais pertencentes a um dos maiores fãs da série.

Outra colecção, portanto, digna de aplauso, visto fazer justiça ao magnífico trabalho de Tony Weare, resgatando-o do inglório olvido a que foi votado tanto em Inglaterra como noutros países.

Em Setembro saiu também mais um número do Fandaventuras, no seu formato clássico, com o excelente episódio inédito Cuba 1896, ilustrado por um notável artista espanhol, Fernando Fernandez, e inspirado em eventos reais, quando o país de Fidel Castro, muito antes deste nascer, fervilhava com um indomável espírito de rebelião, pegando em armas contra o jugo colonialista (incluindo o dos Estados Unidos).

Estes fanzines (de tiragem bastante limitada) podem ser encomendados a José Pires através do e-mail gussy.pires@sapo.pt

19º Salão do Brinquedo de Lisboa

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O regresso de Valérian – Vol. 10

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Recordações do “Mundo de Aventuras”: os Policiaristas da “Távola Rectangular” no Convívio de Viseu (1978)

Comentário de Jorge Magalhães

Tive o gosto de receber há poucos dias uma “Jarturada” — ou seja, uma produção do meu bom Amigo João Artur Mamede (mais conhecido por Jartur, nome incontornável da Problemística Policiária portuguesa) —, recordando, talvez com nostalgia, um convívio do Mundo de Aventuras e do Mistério… Policiário realizado em 23 e 24 de Setembro de 1978 na histórica cidade de Viseu, com mais de duas dezenas de “ferrenhos” participantes oriundos de diversas localidades do país, encabeçados pelo saudoso Sete de Espadas, mestre dos mestres dos policiaristas portugueses (que, para não delegar em mãos alheias a sua “missão” de repórter fotográfico, ficou ausente nas imagens).

A propósito desse texto do Jartur — que logo teve eco noutros membros da comunidade policiária, felizmente ainda vivos e na plena posse das suas “células cinzentas”, como é o caso do LP (Luís Pessoa), coordenador há 25 anos (!) de uma rubrica policiária no jornal Público —, pareceu-me oportuno, já que pertenço à mesma confraria, reviver também, resgatando-a religiosamente dos arquivos do passado, a reportagem desse animado convívio, publicada no Mundo de Aventuras nº 292, de 10/5/1979, e da autoria de um certo Mycroft Holmes (não confundir com o irmão de Sherlock Holmes).

Com um abraço de amizade ao Jartur, ao LP, ao (rei não coroado) e a todos os outros convivas de Viseu que ainda por cá andam. Em 1978, não fui a Viseu, com o Sete e a Lau, meus colegas de redacção no MA, porque, nessa altura, estava em Paris a gozar férias!

Foi num destes encontros mensais — que tantas recordações suscitam ainda! — que Jartur (sem poder precisar a data certa) teve a feliz ideia de exibir os seus dotes poéticos, recitando perante os outros convivas, depois de um lauto almoço, os seguintes versos da sua lavra, com uma expressiva homenagem ao “jovem” veterano Sete de Espadas, o homem que, em 1976, deu nova vida ao Policiário:

Novela Gráfica III – Vol.13

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