Exposição na Bedeteca da Amadora: “Revista Tintin – 50 Anos”

Homenagem a Fernando Relvas e à revista “Tintin”

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Colecção Bonelli – Vol. 7: “Martin Mystère – O Destino da Atlântida”

OS AÇORES E O MISTÉRIO DA ATLÂNTIDA

Artigo de João Miguel Lameiras, reproduzido do jornal Público, edição de 19 de Maio de 2018. 

Um objecto para cada um

Curiosidades e passatempos de outros tempos

Eis um curioso passatempo, com desenhos de um ilustre autor italiano, Benito Jacovitti, que reproduzimos de uma antiga revista de banda desenhada: o Zorro, que ia então no nº 110 (3º ano), Novembro de 1964. A solução do passatempo está bem à vista, no canto inferior direito desta página.

Duas novas exposições no CPBD

Estas duas exposições, oriundas do Salão Moura BD, serão inauguradas no próximo sábado, dia 2 de Junho, a partir das 15h30. Se a primeira tem como tema central uma das maiores figuras dos primórdios da nossa História, ou seja, Viriato, o heróico pastor dos Montes Hermínios, a segunda, referente aos “Viajantes de Papel na Lusofonia Gráfica”, aborda a obra de grandes autores que, por razões diversas, tiveram de emigrar, procurando trabalho noutros países, como Eduardo Teixeira Coelho, Vítor Péon e Carlos Roque… alguns deles nascidos nas ilhas adjacentes ou nas antigas colónias ultramarinas portuguesas.

Colecção Bonelli – Vol. 6: ” Tex – A Pista dos Fora-da-Lei”

Artigo de João Miguel Lameiras reproduzido do jornal Público, edição de 12 de Maio de 2018.

Memórias cinéfilas: “Blade Runner”

Na sua 5ª série, iniciada em Outubro de 1973, o Mundo de Aventuras publicou vários artigos sobre cinema, a exemplo do que faziam outras revistas de banda desenhada, mormente o Tintin belga, que também dedicava especial atenção à 7ª Arte e aos filmes de maior actualidade, sobretudo àqueles cujos temas interessavam particularmente à juventude.

Foi assim que no Mundo de Aventuras (5ª série) surgiram também rubricas especializadas, como Cinema Insólito, a cargo de Luiz Beira, e Visor e Cinematógrapho, orientadas por José de Matos-Cruz, a par de Cinema Fantástico, coordenada pela redacção da revista, rubricas onde os clássicos tinham lugar de destaque, inclusive os dos primórdios do cinema português.

Mas sempre que um filme de grande espectáculo se estreava nas telas, o Mundo de Aventuras, pela pena geralmente de José de Matos-Cruz, já nessa época um dos nossos maiores especialistas de assuntos cinematográficos — e que viria a tornar-se elemento destacado da Cinemateca Portuguesa —, dedicava-lhe um artigo… às vezes, até, com honras de capa, como no caso de Blade Runner.

Vem este desfiar de (gratas) memórias a propósito do texto que se segue, da autoria de José de Matos-Cruz, em que este recordou a relação entre cinema e BD, assinalando que alguns dos filmes de maior êxito dessa época, como Flash Gordon A Guerra das Estrelas (2º episódio), tinham sido adaptados por um dos mais notáveis artistas dos comics norte-americanos: Al Williamson.

Blade Runner, a insólita realização de Ridley Scott (baseada numa história do consagrado novelista Philip K. Dick, vencedor do Prémio Hugo, com o título “Sonham os Andróides com Carneiros Eléctricos?”), que abriu um novo capítulo na linhagem dos filmes de ficção científica, acabou por ter o mesmo destino, indo parar também às mãos de Al Williamson.

Verdade se diga que qualquer dessas adaptações foi um êxito, pois Williamson, grande fã de FC, já dera sobejas provas do seu talento (e da sua admiração por Alex Raymond, de cuja mestria gráfica era discípulo) ao desenhar, anos antes, alguns números de um comic book dedicado a Flash Gordon e ao renovar por completo, sucedendo a Bob Lewis (Lubbers), as tiras diárias do célebre Agente Secreto X-9 (criado por Raymond e Dashiell Hammett, em 1933), onde surpreendeu os leitores com algumas incursões em plenos domínios do fantástico e da Ficção Científica.

Numa próxima oportunidade, voltaremos ao assunto, pois tanto o filme de Ridley Scott (que já deu origem a uma sequela), como a BD de Al Williamson, pertencem definitivamente à memória dos clássicos. E continuaremos também a publicar artigos de José de Matos-Cruz e de outros autores, reproduzidos do Mundo de Aventuras e de diversas revistas.   (J. M.)                                                                      

Festival Internacional de BD de Beja: 25 de Maio a 10 de Junho 2018

O Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja abre ao público a 25 de Maio próximo, de novo com vários núcleos espraiados pelo centro histórico daquela bela cidade alentejana.

Conferências, conversas com autores, lançamentos de livros e fanzines, sessões de autógrafos, apresentação de projectos, workshops, mercado do livro, concertos desenhados e 20 exposições farão parte do apetecível menú de um evento que se consolida em cada edição.

Estarão representados autores de Angola, Brasil, Espanha (País Basco), França, Itália, Suécia e, evidentemente, Portugal. Destaque para uma exposição retrospectiva de Jayme Cortez (1926-1987), desenhador português que marcou uma geração de autores, nomeadamente no Brasil, país para onde emigrou muito jovem.

José Ruy, Cristina Matos, Marco Gervasio, Rossano Rossi e Manuele Fior (italianos), Max Andersson (sueco) e Pierre-Henry Gomont (francês), serão alguns dos autores presentes no Festival. A inauguração está marcada para sexta-feira, dia 25, na Casa da Cultura, cerca das 21:00 horas.

Fonte: BDBD

Colecção Bonelli – Vol. 5: “Le Storie – Sangue e Gelo”

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Calendários ilustrados – 5

Embora mais conhecido entre os leitores de revistas, sobretudo infanto-juvenis, pelas suas ilustrações a preto e branco, Mário Costa (1902-1975) foi um excelente pintor aguarelista de estilo figurativo que ganhou certa fama no apogeu da sua carreira, nomeadamente em trabalhos como os que temos apresentado, feitos para uma empresa fabril que valorizava a aliança com a criação artística através do mecenato — numa altura em que esta palavra tinha ainda pouco peso na sociedade, pois o principal “mecenas” (de um punhado de artistas e ofícios eleitos) era o próprio Estado centralizador e manipulador.

Com nítida predilecção por temas históricos, como outros artistas do seu tempo, Mário Costa escolheu um género pictórico em que o rigor das formas, das cores e dos volumes e a fiel reconstituição dos ambientes, dos trajes e dos objectos assumiam especial importância, reflectindo um conceito clássico então em muito em voga, que ele soube, no entanto, dosear com uma técnica mais moderna e dinâmica, herança do seu trabalho como ilustrador.  

Essa feliz conjugação de estilos está bem patente num quadro como o deste mês de Maio (há 61 anos!), recheado de pormenores e de “figurantes” — num alarde, objectivamente cinematográfico, de profundidade de campo —, em que a paleta de Mário Costa descreve os preparativos das viagens dos navegadores portugueses, na presença do rei todo-poderoso que tornou realidade o sonho do Infante D. Henrique: D. João II (1455-1495), o grande impulsionador da gesta dos Descobrimentos, o monarca que a História intitulou muito justamente, pela sua sabedoria de governante, O Príncipe Perfeito.

Curiosidades do passado: Corto Maltese e o projecto de levar “A Balada do Mar Salgado” ao cinema

Artigo publicado no Mundo de Aventuras nº 161 – 2ª série (28-10-1976). Tradução de José de Matos-Cruz.

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