Exposição de Nuno Saraiva nas Festas de Lisboa

Nuno Saraiva - festas de Lisboa

NUMA PARCERIA ENTRE A GivLOWE E A EGEAC, NUNO SARAIVA EXPÕE ILUSTRAÇÕES DAS FESTAS DE LISBOA NA GALERIA GivLOWE.

Voltada para as personagens que renovaram a imagem desta tradicional folia lisboeta, a exposição “Festas” abre ao público hoje, dia 17 de Setembro, e estende-se até 6 de Outubro.

A “ressaca” custou a passar, mas as Festas de Lisboa já estão de regresso e, desta vez, representadas pelas inconfundíveis ilustrações de Nuno Saraiva, as mesmas que espalharam alegria pelas ruas da cidade, durante o ano em curso, e acabaram por renovar a imagem desta tradicional animação.

Nuno Saraiva é professor académico (na ARCO), autor de banda desenhada e caricaturista, reconhecido pelo seu áspero tom político, pela crítica social e pelos fiéis retratos da boémia lisboeta.

Junte-se à GivLOWE (associação criativa de arte e design, nascida em 2014) e venha descobrir com Nuno Saraiva o coração das Festas de Lisboa. GivLOWE vai receber também a artista Rita Braga, numa performance especial para uma verdadeira celebração das Festas da cidade.

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Entre as brumas da memória…

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Cadernos D. Quixote – vol. 1

Cadernos D Quixote vol 1   515

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Sam Shaw: 60 anos de fotografia

UMA EXPOSIÇÃO A NÃO PERDER NO CENTRO CULTURAL DE CASCAIS

Expo Sam Shaw 1 510Foi inaugurada no passado dia 11 uma exposição de fotografias que estará patente até 8 de Novembro no Centro Cultural de Cascais, situado junto de dois ex-libris desta vila, a Cidadela e o Museu Castro Guimarães.

A mostra presta especial tributo à prolífica carreira de Sam Shaw (1912-1999), famoso fotógrafo e produtor de cinema norte-americano que retratou algumas das mais icónicas figuras do mundo do espectáculo, como Marilyn Monroe, Marlon Brando, Woody Allen, Alfred Hitchcock, Sofia Loren, Lauren Bacall, Elizabeth Taylor, Gary Cooper, Frank Sinatra, Duke Ellington e muitas outras, interessando-se também pelos temas sociais que marcaram as últimas décadas da história dos Estados Unidos, no século XX, registando o seu trabalho em imagens intemporais que prendem o olhar pela espontaneidade da forma e pelo vigor neo-realista.

Sam Shaw (fotógrafo)Sam Shaw,  o amigo e fotógrafo das “estrelas”, como ficou conhecido, esteve presente em 1992 no Festival de Cinema de Tróia, dirigido à época por Salvato Telles de Menezes, grande admirador da sua obra, que — como informou o Público de 11 do corrente mês — assumiu também a organização desta mostra, patrocinada pelo Centro Cultural de Cascais, em parceria com a Fundação S. Luís.

Segundo Sam Shaw (citado pelo Público), o seu ponto de vista pessoal como fotógrafo privilegiava a improvisação de um momento, subordinada à visão geral de um tema. “No entanto, dentro deste tema, há ainda a aventura da descoberta, que para mim reside nas imagens que contam a história. Não trabalho à procura da composição ou da impressão perfeita”.

Sam Shaw e MarilynContar uma história foi, aliás, a razão que levou Sam Shaw a dedicar-se ao cinema, tornando-se produtor de filmes assina- dos pelo lendário John Cassavetes. Mas a ima- gem que melhor docu- menta a sua carreira é a célebre foto de Marilyn Monroe com a saia esvoaçante, realizada durante a rodagem do filme O Pecado Mora ao Lado (1954), dirigido magistralmente por Billy Wilder.

Com a devida vénia ao Público, onde a informação de teor cultural está sempre presente, reproduzimos das suas páginas o cartaz e a notícia alusivos a esta notável exposição fotográfica, que teve estreia mundial no Centro Cultural de Cascais e depois de 8 de Novembro seguirá para outros destinos.

Expo Sam Shaw 2 511

Uma colecção emblemática

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Cadernos d Quichotte público - 1 509

 

Mais um antigo cinema que desaparece…

DN - 2 junho 1 502

Como noticiou oportunamente a imprensa – e em particular o Diário de Notícias, na sua edição de 4 do corrente –, mais uma sala de cinema, há muito encerrada, mas cuja história e tradições ficaram gravadas no património citadino e na memória dos espectadores, foi transformada num estabelecimento comercial, em plena zona nobre de Lisboa. Desta vez, esse destino coube ao ex-cinema Londres, uma das mais prestigiosas salas da capital, frequentada por cinéfilos exigentes e que chegou a ser uma “passerelle” onde desfilava o escol da sociedade, empresários, artistas, políticos, jornalistas, escritores, actores e actrizes reconhecidos pelo grande público, mas que nesse ambiente cosmopolita (e discreto, ao mesmo tempo) beneficiavam de um quase anonimato.DN - 4 de setembro 503

cinema Londres 1O fim (a prazo) do cinema Londres e de outras carismáticas salas de espectáculo da grande Lisboa, fez-nos recordar um artigo publicado no Diário de Notícias no passado mês de Junho, em que se evocava o patético destino desses recintos onde a arte e a indústria cinematográfica conviviam em perfeita harmonia, na sua época de maior esplendor – mas votados ao declínio e à extinção por imperativo de um progresso galopante, nem sempre direccionado no melhor sentido, quando, em finais do século XX, a con- corrência do mercado videográfico, Cinema Londres - 2a proliferação de canais televisivos, o advento da Internet e a alteração que isso provocou nos hábitos sociais fizeram diminuir drasticamente o número de espectadores.

Hoje, salvo um ou dois casos de admirável resistência — como o do Cine Ideal, perto do Chiado —, só subsistem em Lisboa algumas salas pequenas e pouco acolhedoras, a fun- cionar em centros comerciais onde o ambiente cinéfilo está, na realidade, ausente, substituído pela alienação do consumismo em larga escala e pela “cultura” das pipocas e do fast food.

Aqui fica o mencionado artigo, reproduzido com a devida vénia do Diário de Notícias de 2 de Junho p.p. – uma edição especial sem quaisquer fotografias, mas profusamente ilustrada por um notável grupo de colaboradores. A imagem de 1ª página que encabeça este post, com um dos pares mais memoráveis e clássicos do cinema, deve-se a André Carrilho.

DN - 2 de junho

120 anos de cinema Gaumont – 8

Gaumont público 8

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O sacrifício dos inocentes…

AYLAN - O MENINO E A TURBA

… ou a criança morta que o mar arrojou aos pés da turba (metáfora da trágica franja que separa os que migram e morrem dos que estão no poder, mas nada fazem).

Quantos mais Aylan Kurdi, nascidos na Síria, no Iraque, na Líbia, e afogados num mar cruel, serão precisos para despertar as consciências desta gente importante e a sua vontade de intervir no drama dos refugiados, vítimas de guerras que o próprio Ocidente fomentou?

 

Memórias do Holocausto – 4

Holocausto público - 4     484

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